Imaginou ter um celular flexível? A tela dobrável já é quase realidade no mercado japonês (conhece o papel eletrônico), mas um celular que pode ser puxado e esticado é quase um sonho lisérgico. Ou não.
A Nokia, junto à Universidade de Cambridge, anunciaram um protótipo de aparelho flexível em exposição no MoMa, junto ao evento "Design and the Elastic Mind", inaugurado hoje também, que indica o possível caminhos dos gadgets.
Segundo o Nokia Research Center, o protótipo é uma maneira de mostrar ao mercado os benefícios que a nanotecnologia pode ter em telefones celulares, que serão flexíveis, transparentes e autolimpantes.
A frase de Tapani Ryhanen, diretor do Nokia Research Center dentro da universidade, pode soar exagerada. "Esperamos que esta combinação entre arte e ciência mostre o potencial da nanotecnologia para uma audiência maior".
Dê uma olhada nas fotos e perceba se, realmente, o Morph não tem potencial para obra de arte - um bocado brega, mas um desbunde perto do seu tijolão da Gradiente.
A Nokia não deu detalhes sobre o processo de fabricação ou quais materiais nanotecnológicos foram utilizados na fabricação do Morph. Por enquanto, a grande graça do aparelho é ser exposto no museu.
