Sony e Sony Ericsson lideram novo "ranking verde" do Greenpeace
Por IDG News Service/Japão
Publicada em 25 de junho de 2008 às 09h48
Atualizada em 12 de dezembro de 2008 às 17h53
Tóquio - Fabricantes se beneficiam de mudanças nos critérios, que agora valorizam políticas energéticas e reciclagem, e lideram ranking.
Sony e Sony Ericsson apareceram no topo do mais recente ranking Greenpeace Guide to Greener Electronics, ainda que a maioria das empresas tenha visto uma queda na pontuação em razão de mudanças no critério de avaliação.
Até agora, o Greenpeace avaliava empresas em questões relacionadas a uso de químicos perigosos em seus produtos e a responsabilidade que as companhias assumiam por programas de reciclagem ou descarte correto de hardware.
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A nova lista se foca também em políticas corporativas e preferências envolvendo uso de energia, com raking melhor para quem reusa energia ou produz aparelhos com melhor eficiência energética.
A Sony Ericssonficou muito próximo de tirar nota máxima nas categorias envolvendo químicos - a empresa não atingiu a pontuação máxima por "altos traços de retardantes de chamas em produtos que, teoricamente, não têm BRF". A empresa ainda foi mal em programas de reciclagem.
A Sony teve nota menor em químicos por ter poucos aparelhos totalmente sem os compostos nas prateleiras. Em reciclagem, porém, a empresa foi relativamente bem (sua taxa de reciclagem de TVs e PCs é de 53%) e ganhou pontos por revelar as emissões de gases poluentes em mais de 200 fábricas.
A Nokia ficou em terceiro e poderia ter liderado o ranking, não fossem seus programas de descarte e reciclagem. Problemas encontrados anteriormente em países como Índia, Filipinas, Argentina e Rússia foram quase resolvidos, mas o Greenpeace resolveu tirar pontos pela manutenção de questões na Índia.
Samsung e Toshiba, que lideraram versões anteriores do guia, caíram dada a baixa pontuação no critério que envolve energia.
Assim como edições anteriores, companhias que não revelaram informações pedidas pelo Greenpeace não pontuaram, grande motivo pelo qual a Nintendo aparece, novamente, na última posição, com apenas 0,8 ponto de 10 possíveis.
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