Albert Einstein usa pacientes-robô em centro de simulações
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 21 de agosto de 2007 às 16h51
Atualizada em 21 de agosto de 2007 às 18h07
São Paulo - Manequins computadorizados simulam diferentes tipos de pacientes e situações clínicas, respondendo inclusive a medicamentos reais.
O Hospital Albert Einstein inaugura no mês de agosto um centro de simulação em São Paulo, que utilizará robôs no lugar de pacientes para recriar situações cínicas em um ambiente interativo e treinar profissionais da área de saúde.
No lugar dos pacientes reais, robôs de alta tecnologia passam pelos procedimentos. O software por trás dos manequins computadorizados permite simular pacientes com diferentes características - homens, mulheres, magros, obesos, idosos, crianças e com condições específicas, como diabetes, hipertensão ou reação a medicamentos, entre outras.
> Veja as fotos do paciente-robô do Albert Einstein
O manequim simula movimentos respiratórios e sons cardíacos e é capaz de responder em tempo real aos estímulos externos em situações de parada cardiorespiratória, intubação, ventilação e inserção de cateteres. Ele também interage com o treinando, emitindo vozes e respondendo a estímulos verbais.
Além disso, alguns dos medicamentos administrados nos pacientes robóticos são reais, pois o sistema por trás do manequim é capaz de reconhecê-los.
"Se o médico administrar o medicamento errado, o paciente pode ter uma parada cardíaca. O objetivo é simular o caos", conta Cristina Mizói, responsável pelo centro.
Estão disponíveis para as simulações cinco manequins computadorizados - um adulto e uma criança mais complexos e outros três modelos adultos mais simples. Além dos robôs, as simulações podem utilizar atores representando outros membros da equipe médica ou parentes das vítimas.
"Além dos procedimentos técnicos, também simulamos e avaliamos comportamentos", destaca Cristina.
Resultado de um investimento de 2,5 milhões de dólares, o Centro de Simulação Realística Albert Einstein poderá de treinar 10 mil profissionais por ano, capacitando profissionais dos serviços públicos, universidades, além dos funcionários do próprio Einstein.
O centro de simulação é resultado de uma parceria com o Israel Center for Medical Simulation (MSR), criado pelo Dr. Amitai Ziv, ex-piloto militar que tornou-se médico pediatra e decidiu aplicar à área os conceitos de simulação, redução de risco e segurança da aviação.
Com 450 m2 de área, o centro permite recriar diversos cenários médicos - como centro cirúrgico, centro de terapia intensiva, primeiro-atendimento e consultório - dentro de um ambiente controlado.
Outros destaques do IDG Now!:
> Conheça a maior máquina do mundo
> Novo iMac é mais fino e feito de vidro
> Confira imagens inusitadas da Terra
> 5 questões polêmicas sobre TV digital
> Twitter liga pessoas em 140 caracteres
Além dos robôs simuladores, o centro traz uma ampla estrutura tecnológica, incluindo sistema de captação digital de áudio e vídeo de alta qualidade para monitorar as simulações.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- DIGG
Agora no Twitter
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- IBOPE tomará providências sobre caso R7
- Dilma Rousseff defende regulamentação de profissões de TI
- Justiça dos EUA reduz indenização em caso de pirataria de música
- Pacote conserta 11 bugs do RealPlayer; CERT recomenda aplicação
- Google aprimora busca a fatos e eventos
- Mercado de música digital cresce, mas indústria ainda sofre com pirataria


Receba notícias do IDG Now! no celular
Empresas atrasam upgrade grátis para Windows 7
Além da LG, Dell e Megaware adiam envio dos kits para atualizar PCs com Vista.
Os piores games da história
De Pac-Man sem pizzas a um maligno jogador de basquete esmagador de coisas. Confira.
Links patrocinados





