Para a Intel, mercado brasileiro de computadores é sofisticado
Por Alexandre Scaglia, editor-executivo do Computerworld
Publicada em 03 de agosto de 2007 às 12h48
Atualizada em 03 de agosto de 2007 às 13h48
São Paulo - De acordo com Ricardo Carreón, diretor da companhia para América Latina, usuários brasileiros têm maturidade de economias maduras.
O rápido crescimento das vendas de notebooks (que saltaram de 5% da base em 2005 para perto de 13% neste ano), a rápida adoção de novas tecnologias de processamento, o surgimento de serviços como vídeo on-demand pela internet e a crescente oferta de equipamentos com foco em nichos são, na opinião da Intel, alguns dos sinais da sofisticação do mercado nacional de computação.
“A tendência é que essa sofisticação se acelere nos próximos anos”, afirma Ricardo Carreón, diretor geral da companhia na América Latina. “O jeito de usar computador no Brasil é parecido com mercados maduros. No entanto, o País mantém taxas de crescimento de países emergentes.”
Também o papel do governo tem sido importante para essa realidade, afirma Carreón. “Iniciativas como um computador por aluno ou a adoção do ‘notebook de US$ 100’ mostram isso”, diz o executivo. O diretor geral da Intel faz questão de ressaltar que esse tipo de projeto sempre demanda investimentos muito maiores em infra-estrutura, que diversas vezes passam despercebido.
No mercado corporativo
Outros exemplos da excelência nacional no uso de tecnologia são a oferta cada vez maior de serviços gerenciados e projetos de grandes corporações com foco em tecnologias de ponta. “Os serviços gerenciados oferecem talento centralizado e minimizam o deslocamento de pessoal, entre outros benefícios. Por isso esperamos alto crescimento nas pequenas empresas, pela facilidade de adoção, e em grandes organizações, em busca de simplificar ambiente de tecnologia”, conta Carreón.
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De olho nesse amadurecimento, a Intel vem trabalhando na estruturação de ofertas específicas e na homologação de soluções específicas para o setor de saúde, que “não tem, até agora, um investimento em tecnologia adequado à sofisticação do segmento”, opina Carreón. “Nos EUA e na Europa esse é um dos setores líderes em TI, com grande participação no PIB”, ilustra.
“A tendência é que essa sofisticação se acelere nos próximos anos”, afirma Ricardo Carreón, diretor geral da companhia na América Latina. “O jeito de usar computador no Brasil é parecido com mercados maduros. No entanto, o País mantém taxas de crescimento de países emergentes.”
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Outros exemplos da excelência nacional no uso de tecnologia são a oferta cada vez maior de serviços gerenciados e projetos de grandes corporações com foco em tecnologias de ponta. “Os serviços gerenciados oferecem talento centralizado e minimizam o deslocamento de pessoal, entre outros benefícios. Por isso esperamos alto crescimento nas pequenas empresas, pela facilidade de adoção, e em grandes organizações, em busca de simplificar ambiente de tecnologia”, conta Carreón.
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