Entenda o efeito dos megapixels na fotografia digital
São Paulo - Evolução das câmeras digitais conferiu status aos megapixels, mas a qualidade de sua foto não depende apenas deles.
“Quando se manda ampliar uma imagem de uma câmera digital e ela não fica boa, isso acontece porque ela tem poucos megapixels (MP)”. Quem já não escutou isso de algum vendedor ou laboratório de revelação? Apesar de o número de MPs ser referente à qualidade final da imagem, a afirmação não é totalmente verdadeira.
As câmeras convencionais captam a luz e a projetam no filme. A câmera digital funciona exatamente da mesma maneira, mas no lugar do filme há um sensor, responsável por capturar a luz e a converter em informação lida por computadores.
A quantidade de megapixels presente em uma imagem diz respeito à quantidade de pontos de cor, ou luz, que a câmera pode capturar no sensor. Um filme de 35 milímetros teria o equivalente a 20 milhões de pixels, portanto para se alcançar essa qualidade seria necessária uma máquina de 20 MP.
Saiba mais sobre fotografia digital:
>Tire suas dúvidas antes de comprar sua câmera
>Dicas de fotógrafos para fotos melhores
>Softwares gerenciam e melhoram arquivos
>Guarde e compartilhe suas fotos online
>O que é melhor: imprimir em casa ou no lab?
>Fotos: 12 câmeras digitais de até 6 megapixels
>Veja 8 telefones celulares com câmeras
>Confira 8 impressoras fotográficas
Poderíamos estabelecer a relação de que, quanto mais megapixels, mais cor, mais luz e mais qualidade. Porém isso não é verdade. A quantidade de luz captada varia também de acordo com o tamanho dos sensores nas máquinas, e dos pixels nos sensores, cada vez menores. Sensores e pixels menores estão mais sujeitos a interferência eletromagnética, o chamado ruído, responsável por aqueles pontos sem resolução nas imagens.
Mais sobre foto digital:
> Novas câmeras alteram realidade
> Fotos: recursos ajudam a emagrecer
Existem no mercado dois tipos de sensores, o CCD (Charge Coupled Device) e o CMOS (Complementary Metal Oxide Semiconductor). As máquinas compactas utilizam em sua maioria o CCD, há mais tempo no mercado. O padrão CMOS, destinado às máquinas profissionais consome menos energia, contém pixels maiores, porém não está num estágio tão avançado quanto o CCD. “O CMOS é a grande promessa”, afirma Maurício Guarnieri, Analista de Produto da Panasonic Brasil.
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Veja os equipamentos de segurança que serão lançados na InterSecurity
- T-Mobile lança iPhone 3G por 1 euro
- Apple lança SproutCore para concorrer com Flash e Silverlight
- Microsoft pode ser excluída de licitações governamentais por má conduta
- Firefox 3: corrida para quebrar recorde de downloads começa com lentidão
- Visa e Bradesco testam cartão sem contato em lojas Starbucks
Links patrocinados
O futuro é multi-touch
15 fracassos tecnológicos
Esses produtos revolucionariam a TI. Mas nem existiram - e pode-se agradecer por isso.
Os piores games da história
De Pac-Man sem pizzas a um maligno jogador de basquete esmagador de coisas. Confira.
Os 25 melhores PCs
Conheça a história dos computadores pessoais com essa lista feita pela PC World/EUA,
Análise do iPhone 3G
Um ano depois do 1º iPhone, a Apple revê seu celular. Leia opinião de Marcelo Nógrega.
Você já pode ler as últimas notícias do IDG Now!, em qualquer lugar e qualquer momento, usando seu celular para entrar no IDG Now! WAP.


Supercow
Amazing Adventures
Cake Mania 2
Links patrocinados









Nokia.jpg)


