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20 de novembro de 2008

MEC cria grupo para estudar impacto de notebooks em processo pedagógico

Por Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 23 de outubro de 2006 às 17h36
Atualizada em 23 de outubro de 2006 às 17h46

São Paulo - Grupo contará com pedagogos para estudar uso pedagógico de notebooks e ajudará governo a decidir por melhor plataforma.

Na última semana, o Ministério da Educação criou um grupo interno que estudará a viabilidade pedagógica do uso de notebooks em processos educacionais no Brasil.

O grupo "estudará as possibilidades de uso intensivo de tecnologias da informação em ambiente educacional", afirma Spartaco Madureira, diretor de tecnologia da Secretaria de Educação a Distância do Ministério da Educação.

>Fotos do laptop de 100 dólares

Para tanto, o grupo, composto por duas pedagogas e dois técnicos em tecnologia, participará dos projetos pilotos organizados pelo MEC para balizar o uso de notebooks dentro da sala de aula.

Antes restrito a três colégios, o teste deverá acontecer agora em cinco estabelecimentos públicos pelo Brasil, separados para que "cada região federal tenha um projeto piloto", revela Madureira.

>Veja o Classmate, concorrente da Intel

Segundo Madureira, os estudos do grupos darão respaldo pedagógico para que o Governo escolhe a melhor plataforma a ser usada nos colégios brasileiros a partir do próximo ano, como o próprio MEC já admitiu.

Os testes práticos com hardware tanto do 2B1, da organização One Laptop per Child, como do ClassMate PC, da Intel, continuam sob a responsabilidade do Laboratório de Sistemas Integradas (LSI), ligado à Universidade de São Paulo (USP).

A escolha dos colégios envolvidos no projeto, segundo ele, obedecem requisitos como a presença de redes sem fio no colégio para que o investimento do Ministério seja amenizado, o que indica que o governo poderá aproveitar outros projetos do MEC que vislumbram tecnologia e educação.

Os projetos desenvolvidos pelo novo grupo também envolvem o uso de outros equipamentos eletrônicos, como webcams, tocadores de DVD e televisões, na grade curricular de colégios de primeiro e segundo grau.

Como contra-partida, diz Madureira, o colégio precisará enviar ao Ministério da Educação um projeto de como usará a tecnologia durante a condução dos testes.


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