Windows Vista e Longhorn terão função antipirataria semelhante ao WGA
Por Steven Schwankert, para o IDG Now!*
Publicada em 04 de outubro de 2006 às 14h39
Atualizada em 21 de novembro de 2006 às 16h22
Pequim - MS anuncia que sistemas operacionais contarão com Software Protection Platform, que restringirá funções avançadas para cópias piratas.
A Microsoft introduzirá um novo sistema para combater a pirataria de softwares dentro dos seus futuros sistemas operacional Windows Vista e Windows Longhorn Server, disse a companhia nesta quarta-feira.
Chamado de Microsoft Software Protection Platform, a novidade é uma coleção de tecnologias que tem como objetivo melhorar a detecção de versões pirateadas do Windows, e também limitar versões não autorizadas do seu software em um modo com funções limitadas, encorajando usuários a obter uma cópia legal.
Telas: conheça o Windows Vista
Usuários que utilizam cópias piratas do Vista não poderão acessar certas ferramentas, como a nova interface Windows Aero, e o software para combate de propaganda indesejada Windows Defender, disse a companhia.
A empresa já havia usado um modo com funções reduzidas no Windows XP.
Além das limitações, quem usar cópias não licenciadas verá avisos freqüentes no canto da tela alertando que o software não é genuíno.
O novo software será integrado sob protesto. A tentativa anterior da Microsoft para tentar reduzir o uso não autorizado do seu software, o Windows Genuine Advantage, foi parcialmente descartado por ser classificado como "spyware" por se instalar silenciosamente no PC do usuário e enviar informações de volta para a Microsoft.
>Saiba remover o WGA do seu PC
A Microsoft disse que as novas tecnologias são necessárias para lutar contra a pirataria de software e revelou que usuários finais também podem se beneficiar já que não deverão ser expostos a softwares que podem comprometer a máquina.
Independente da autenticidade da sua cópia do Vista, todos os usuários terão acesso às atualizações de segurança da Microsoft, disse a companhia.
Para integradores, que trabalham com volumes de licenciamento para o Vista e o Longhorn Server, a Microsoft introduzirá uma nova política de uso para ativação do sistema chamada Microsoft Volume Activation 2.0, que não terá conexões com os sistemas de cobrança da companhia.
No final de julho, a Microsoft soltou um balanço sobre a ação do WGA, afirmando que 60 milhões de usuários que participaram do programa, equivalente de 20% da base instalada de micros com Windows, utilizavam cópias piratas.
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