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19 de setembro de 2009
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Sistemas Operacionais

Microsoft processa mais 20 revendedores dos EUA por pirataria

Por John Blau, para o IDG Now!*

Publicada em 19 de setembro de 2006 às 09h21
Atualizada em 19 de setembro de 2006 às 11h57

Düsseldorf - Empresa acusa lojas de venda de software ilegal e divulga pesquisa sobre efeitos da pirataria do Windows como parte do programa WGA.

A Microsoft continuou com sua ação contra a pirataria mundial de software ao iniciar 20 processos contra revendedores acusados de distribuir cópias não autorizadas de seus softwares.

As ações acusam 20 revendedores norte-americanos de distribuir ou instalar softwares piratas em PCs vendidos para clientes domésticos e corporativos, uma prática conhecida como "carregamento de disco rígido", disse a Microsoft nesta terça-feira (19/09).

A gigante de softwares entrou com as ações em nove estados norte-americanos. Os nomes e os estados onde estão as companhias estão listados no anúncio divulgado pela Microsoft.

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A Microsoft também anunciou os resultados da sua primeira análise forense de versões pirateadas do Windows compradas em 17 países. A companhia descobriu que 34% de 348 cópias falsificadas não poderiam ser instaladas nos computadores, e que 43% continham programas adicionais que não eram parte do Windows.

As ações legais e as análises forenses fazem parte da iniciativa da Microsoft Genuine Software Advantage, um programa para proteger a propriedade intelectual da companhia.

Em 2005, a Microsoft introduziu o Windows Genuine Advantage (WGA) como parte de seu combate contra pirataria.

O WGA verifica automaticamente se usuários pelo Windows Update, Microsoft Update for Windows ou Microsoft Download Center têm versões legítimas do sistema operacional antes que possam baixar atualizações para seus produtos.

Na semana passada, pesquisadores da Harvard Business School divulgaram uma polêmica pesquisa que afirmava que a pirataria do sistema operacional Windows ajudava a Microsoft a ganhar espaço do sistema de código aberto Linux em determinados países.

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*John Blau é editor do IDG News Service, em Düsseldorf.

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