Tecnologia refina futebol arte da Seleção Brasileira
Por Daniela Braun, editora do IDG Now!,
e Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!
Publicada em 19 de abril de 2006 às 08h00
Atualizada em 19 de abril de 2006 às 13h11
São Paulo – Moraci Sant´Anna e Carlos Alberto Parreira revelam ao IDG Now! como a tecnologia tem lapidado a seleção brasileira.
Nos dias 22 e 23 de maio, a Seleção Brasileira de Futebol se apresenta na Suíça para iniciar os treinamentos rumo à Copa do Mundo 2006. É aí que entra em campo um instrumento fundamental: a tecnologia da informação.
Sempre com o notebook na beira do campo, Moraci Sant´Anna, preparador físico da seleção brasileira, começou a usar tecnologia nas avaliações e no preparo físico de atletas há 15 anos.
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Esteiras acopladas a computadores para avaliação aeróbica, dispositivos de GPS (Global Positioning System) para medições de velocidade e um software para fazer a marcação cerrada de cada lance de uma partida do Brasil, fornecendo os dados ao técnico Carlos Alberto Parreira.
Em entrevistas exclusivas ao IDG Now!, Sant´Anna e Parreira contam porque não dispensam equipamentos de ponta para aprimorar o talento da equipe pentacampeã do mundo.
“O futebol não é uma ciência exata, mas é evidente que a tecnologia ajuda e muito”, observa o técnico da Seleção, Carlos Alberto Parreira.
O trabalho da ciência começa na avaliação do atleta que fornecerá as informações precisas para cada treinamento.
“Para fazer uma preparação física de alto nível não tem como você não começar através de avaliações. E hoje nós temos aparelhos moderníssimos para fazê-lo, que envolvem várias qualidades físicas, como força, potência, velocidade, explosão”, conta o preparador físico da Seleção, Moraci Sant´anna.
Entre os laboratórios de avaliação utilizados pela equipe do Brasil, Sant´Anna utiliza uma esteira Life Fitness que chega a 25 quilômetros por hora, acoplada a um computador, capaz de realizar diversos testes de resistência. Um deles é o ‘Programa Análise do Teste do Limiar Anaeróbio’, que informa o ritmo que o atleta tem de correr em um treinamento de longa distância.
“Como sabemos que normalmente o atleta está na faixa de 12 a 15 km/hora, iniciamos a avaliação em torno de 10 km e o próprio computador vai mudando a velocidade”, explica o preparador.
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