TVs LCD e plasma: qual a melhor opção?
Por Daniela Braun, editora do IDG Now!
Publicada em 19 de abril de 2006 às 08h00
Atualizada em 19 de abril de 2006 às 13h18
São Paulo – Com preços em queda livre, novas tecnologias devem ampliar espaço para 2% do mercado de TVs no Brasil.
Para os fabricantes de televisores, a Copa do Mundo é um segundo Natal. Este ano, as apostas se concentram na troca do parque de televisores do País, já que a última grande atualização ocorreu em 1996, e em novas tecnologias como LCD (Liquid Cristal Display) e plasma.
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A Eletros (Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos) prevê, em 2006, um crescimento de 16% sobre o total de 9,8 milhões de televisores vendidos em 2005, o que deve configurar um novo recorde nas vendas de TVs: mais de 11,3 milhões em ação.
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Somente o segmento de LCD e plasma cresceu 400% em um ano, registrando 58 mil unidades vendidas (0,6% do total) no ano passado. Com a ajuda da Copa, o segmento deve ganhar 3% de representatividade até 2008, prevê a Eletros.
A estimativa de fabricantes é de que TVs de plasma e LCDs representem 2% das vendas de televisores – 226 mil unidades – este ano.
Prevendo a demanda, os fabricantes, que em sua maioria possuem fábricas em Manaus (AM), já estão no aquecimento. Apenas em janeiro deste ano, a produção industrial de televisores somou 961.133 unidades, superando em 67,9% o índice de janeiro de 2005, informa o último balanço da Suframa (Superintendência da Zona Franca de Manaus).
Ofensiva de preços
Embora um dos televisores LCD mais baratos vendidos atualmente custe cinco vezes mais do que um modelo de tubo com tela plana, os fabricantes não confiam apenas no desejo de consumo dos boleiros para escalar as novas tecnologias.
Fabricação local, redução no preço de componentes por conta da queda do dólar, ganho de escala e financiamento são a base tática de muitos fornecedores este ano.
A queda de preços, para alegria do torcedor, já é realidade. Um televisor de plasma de 42 polegadas, por exemplo, que era vendido na faixa de 22 mil reais em 2004, teve seu valor reduzido em 55%, sendo comercializado a 10 mil reais no ano passado, segundo estimativa da Samsung.
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