Migração para serviços na nuvem é desafio para empresas
Por Computerworld/EUA
Publicada em 26 de agosto de 2010 às 07h45
Gerenciar e identificar processos operacionais ainda são uma barreira para muitos projetos de cloud computing.
Quando o mercado começou a falar em cloud computing (computação em nuvem), a maior parte das atenções do setor estava concentrada no conceito de nuvem pública. Uma situação estimulada pela divulgação do modelo por parte dos grandes fornecedores, como a Google e a Amazon. Hoje, no entanto, a prioridade dos departamentos de TI que estudam a adoção de cloud é investir na arquitetura de nuvem privada, principalmente, por conta de questões relacionadas à segurança.
Em seu blog, Tom Bittman, vice-presidente da consultoria Gartner, afirma que, de acordo com um levantamento realizado com executivos de TI, as questões de segurança e de privacidade são as principais barreiras para a adoção de computação em nuvem. Ainda segundo outro estudo conduzido por ele, 75% dos profissionais que planejam adotar cloud computing, até 2012, dão prioridade para a nuvem privada.
Bittman deixa claro, no entanto, que as nuvens privadas também têm sua dose de desafios e que eles não estão restritos apenas às questões de segurança. A dificuldade de gerenciar e de identificar processos operacionais ainda é uma barreira para muitos projetos, sem contar com os investimentos e a preparação necessários para migrar os ambientes tradicionais de TI para cloud computing.
De fato, trocar um data center convencional – mesmo aquele com servidores virtualizados – para uma arquitetura de nuvem privada não constitui uma tarefa fácil. Para piorar a situação, ainda não existem no mercado fornecedores de soluções completas para esse tipo de ambiente e a própria indústria diverge sobre os conceitos básicos de cloud computing.
Virtualização é apenas um dos itens
Na perspectiva de muitos gestores de TI, a nuvem equivale a uma solução de virtualização. Normalmente, aquilo que descrevem como um projeto de cloud computing nada mais é do que uma estrutura virtual, ou seja, com os equipamentos e sistemas compartilhando recursos sob demanda.
“Virtualização e nuvem, no entanto, não são a mesma coisa”, explica o vice-presidente e analista sênior da consultoria Ideas International, Tony Iams. Para ser considerada cloud, a arquitetura precisa ter a camada de administração e de automação virtualizada. Isso significa oferecer uma variedade de recursos – como processamento, armazenamento e rede – como serviço.
Na nuvem, Iams destaca que um único comando ou requisição dispara uma série de ações “e a sequência em que elas ocorrem é fácil de especificar e de coordenar”, detalha.
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