Animais começam a receber implantes de chips no Brasil
Por Lygia de Luca, repórter do IDG Now!
Publicada em 29 de outubro de 2007 às 16h50
Atualizada em 30 de outubro de 2007 às 18h58
São Paulo - Pit bulls, em BH, cavalos, Bauru, e cães e gatos, em Guarulhos. Os animais domésticos estão recebendo chips para serem localizados.
Coleiras com o RGA (RG Animal) são comumente vistas no pescoço dos animais. Além desta identificação, um novo tipo de registro interno já faz parte da vida de alguns bichos: os microchips.
A preservação de animais silvestres e exóticos já exigia este tipo de registro. A novidade, contudo, é o uso de microchips em animais domésticos.
Cavalos de Bauru, pit bulls em Belo Horizonte e os cães e gatos de Guarulhos, em São Paulo, já possuem microchips - sendo que, nos primeiros dois casos, o uso é obrigatório.
> Fotos: veja como é feito o implante de chip
No município de São Paulo, uma nova lei, publicada em julho de 2007, que é obrigatoriedade de canis a comercializarem ou doarem animais com microchips, cujo número e código e barras devem estar na nota fiscal. A lei ainda não tem previsão para entrar em vigor.
O microchip, que é revestido por uma cápsula de biovidro, de 12 x 2 milímetros, tem local próprio de aplicação em cada animal. “É um padrão. Afinal, imagina se você esquece onde aplicou em um elefante”, brinca o gerente comercial da empresa de microchips, Animal Tag, Ruy Cereda.
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Ele possui um número único que, quando um leitor se aproxima, encontra dados como nome e endereço do proprietário, raça e idade do animal, entre outros.
Estas informações são registradas em uma base de dados, que pode estar disponível por meio de um Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) do respectivo município ou até mesmo online. A Animal Tag oferece cadastro na rede, mas nem todos os donos inscrevem seus bichos para facilitar a localização em caso de perda.
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