RFID: conheça o sistema de identificação que fará parte de seu dia-a-dia
Por Redação do IDG Now!, com a colaboração de Cauã Taborda
Publicada em 06 de julho de 2007 às 07h00
Atualizada em 06 de julho de 2007 às 13h45
São Paulo - Muito além de substituir códigos de barras, tecnologia de identificação rastreará frota de veículos no Brasil. Saiba mais.
Muitas das tecnologias práticas que temos em nosso dia-a-dia foram inicialmente, desenvolvidas para uso militar. Uma delas, que se torna cada vez mais popular, também parte do mesmo ponto, o RFID.
O RFID (Radio Frequency Identification), foi desenvolvido para reconhecer aeronaves em combate, permitindo pelo monitoramento das freqüências de rádio, que se distinguissem aviões inimigos e aliados. Imagine a importância dessa tecnologia. Um míssil poderia ser lançado por engano a uma aeronave aliada se o sistema não existisse.
Como sempre as indústrias de tecnologia logo identificaram o grande potencial da tecnologia no uso industrial e civil. Hoje, no mundo todo, tecnologias utilizando RFID estão presentes e facilitam nossa vida.
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O funcionamento é relativamente simples. Em um pequeno chip são inseridos os dados do que se pretende localizar, em um carro seriam inseridas informações como a placa, licenciamento, nome do proprietário, etc. Essas informações seriam capturadas por torres de transmissão, que emitem ondas de rádio para localizar o chip e trazer a informação.
Existem dois tipos de chip de RFID, os ativos e os passivos. Os chips ativos emitem um sinal de rádio, para isso contam com uma pequena bateria. As ondas disparadas pelo chip são captadas pelas antenas e transmitidas para o computador. Nos chips passivos, a torre é responsável pelo envio da onda, que no momento que atinge o chip, capta a informação e é refletida de volta para a antena. Lembra muito o sistema de reconhecimento sonoro utilizado pelas baleias e morcegos, que medem a distância dos objetos pelo retorno do som por eles emitido.
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