Publicidade

19 de setembro de 2009
computacao_corporativa
Aplicações

UFMG cria ambiente simplificado de realidade virtual voltado a mutirões

Por Redação do IDG Now!*

Publicada em 03 de julho de 2007 às 08h49
Atualizada em 03 de julho de 2007 às 10h39

São Paulo - Realidade virtual facilita a compreensão espacial de projetos arquitetônicos e permite que a comunidade participe mais do processo.

Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) está desenvolvendo um ambiente simplificado de realidade virtual direcionado a projetos arquitetônicos participativos, os chamados mutirões.

O ambiente de realidade virtual é um recurso eficaz para facilitar a compreensão espacial de projetos arquitetônicos. Se fosse aplicado em mutirões, um sistema desse tipo poderia garantir que as comunidades participassem não apenas da construção, mas também do planejamento de suas futuras casas.

Mas, até agora, os sistemas que utilizam a imagem projetada para reproduzir ambientes imersivos, como as Cave Automatic Virtual Environments (Cave), são altamente sofisticados e caros.

Depois de dois anos de pesquisa, a equipe do Laboratório Estúdio Virtual de Arquitetura (EVA), no departamento de Projetos da Escola de Arquitetura da UFMG, superou uma série de entraves tecnológicos e criou novas interfaces digitais para os ambientes imersivos que possibilitam a interação do usuário.

De acordo com a coordenadora do EVA, Maria Lucia Malard, o protótipo do novo sistema foi aprovado em testes de laboratório. “Ainda em junho vamos realizar novos testes com moradores da Associação dos Sem-Casa (Asca), de Belo Horizonte”, disse à Agência FAPESP.

A alternativa de baixo custo teve como referência o trabalho do Laboratório de Ambientes Imersivos, da Universidade do Estado da Pensilvânia, nos Estados Unidos. “A proposta norte-americana tem um custo elevado demais para os podrões brasileiros. Mas, a partir dela, fizemos uma série de simplificações tecnológicas para substituir os equipamentos mais caros”, explicou Maria Lucia.

Batizado como Ambiente de Imersão de Tecnologia Simplificada (AIVTS), o sistema foi montado com dois computadores, duas câmeras de vídeo, dois projetores de dados com filtros polarizadores e óculos polarizados para para visualizar a projeção em 3D.

“Os projetores são ligados nas duas saídas de vídeo, sendo que cada um projeta a imagem de um dos olhos. As lentes, ou filtros polarizadores, são adaptadas nos projetores. Os óculos permitem que cada olho veja apenas uma das imagens projetadas, fazendo com que o cérebro simule a profundidade”, disse Maria Lucia.

*Com informações da Agência Fapesp.

OPINIÃO DO LEITOR
Não há comentários para essa notícia
Seja o primeiro a comentar

Top5MAIS LIDAS
DO DIA
O que levar para a 'nuvem'?

O que levar para a 'nuvem'?

Diretor da IBM Brasil explica como usuários e empresas vão lidar com computação 'nas nuvens'.

45 anos do mainframe

45 anos do mainframe

Equipamento criado em 1964 responde por 70% das aplicações de missão crítica do mundo.

TI Verde

TI Verde

Saiba tudo sobre gadgets ecológicos e consumo consciente de eletrônicos.

IDG Now! Widget

Baixe o Now! Reader e confira em seu desktop as últimas notícias, álbuns e outros conteúdos do IDG Now!

IDG Now! Reader
Alerta de e-amil
Saiba de tudo o que o IDG Now! publica sobre as empresas abaixo por e-mail
Blog
Guia de Contratação para a Profissão de Segurança da Informação
Enterprise Workload Automation com Scheduling Dinâmico
Você sabe quais os principais problemas encontrados nas redes de pequenas e médias empresas?
Prevenção completa contra perda de dados
Segurança da informação como estratégia para inovação dos negócios
Sete tipos de problemas com No-Break
Modelo de eficiência elétrica em centros de dados
Implementação de data centers eficientes em termos de energia
Eventos IDG
Newsletter
Segurança
Informe-se sobre as principais ameaças online
Computação Corporativa
Conheça as estratégias das empresas de TI
Carreira
Fique atualizado: cursos, eventos
e dicas