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21 de setembro de 2009
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Sistemas Operacionais

Base instalada de Windows e Unix cresce em servidores no Brasil

Por Daniela Braun editora do IDG Now!

Publicada em 04 de junho de 2007 às 16h24
Atualizada em 05 de junho de 2007 às 10h45

São Paulo - Atualmente, 65% dos servidores empresariais rodam Windows e 31% Unix e família, sendo 17% Linux, revela pesquisa da FGV-SP.

Quando se trata de sistema operacional e pacote de produtividade, a presença da plataforma Microsoft permanece dominante tanto entre microcomputadores como em servidores ativos nas empresas brasileiras informa a 18ª Pesquisa Anual da FGV-EAESP, "Mercado Brasileiro de Informática e Uso nas Empresas".

O estudo anual divulgado nesta segunda-feira (04/06) mostra que o pacote Microsoft Office representa 92% da base instalada nas empresas. As versões de código aberto representam 7% da base e outros pacotes ficam com 1% de participação.

A avaliação feita com 1.660 empresas, entre setembro de 2006 e março de 2007, mostra que o uso do sistema operacional Windows em PCs corporativos permaneceu estável, entre 97% das máquinas ativas, sendo que a representatividade de sistemas da família Unix foi de 2% e outros softwares ficaram com 1% do segmento.

Nos servidores corporativos tanto Windows como Unix ganharam um ponto porcentual na base instalada, enquanto a plataforma Novell perdeu espaço passando a contar com 2% do setor. Atualmente, 65% dos servidores empresariais rodam Windows e 31% Unix e família, sendo 17% Linux, 2% Novell e 2% entre outros sistemas.

Microprocessadores Pentium 4 e versões superiores equipam 73% da base ativa de PCs no País. Máquinas com Pentium III representam 16% da base instalada enquanto chips Pentium 2 equipam 8% da base. Os modelos Pentium I e outros ficam com 3,2% de representatividade.

Considerando os modelos em uso nas empresas,  chips Pentium 4 equipam 68% das máquinas, modelos Pentium III representam 17% dos desktops, Pentium II estão em 10% das máquinas, enquanto os 4% restantes estão divididos entre processadores x86, Pentium e outros.

Entre 2009 e 2010, a expectativa da FGV é de que o mercado total de microcomputadores (corporativo e de consumo) salte dos atuais 40 milhões para 60 milhões. Deste montante 60% das máuqinas já devem contar com outros processadores, 33% contar com chips Pentium 4 e os 7% restantes com modelos Pentium III, XT e Pentium II.


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