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19 de setembro de 2009
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O que fazem os quatro maiores supercomputadores brasileiros

Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!

Publicada em 10 de maio de 2007 às 07h00
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Os algoritmos matemáticos complexos desenvolvidos pela PGS se dividem em três processos principais: atenuação de múltiplas e ruídos, cálculo de velocidade e geração de imagem. “A combinação destes processos nos ajuda no mapeamento preciso das estruturas do subsolo e por meio de uma análise de atributos avançada, determinamos a presença de hidrocarboneto em algumas bacias”, explica Marcelo Zehuri, gerente Geral de TI da PGS Suporte Logístico e Serviços.

De acordo com o executivo, o supercomputador oferece ganho na relação de preço/performance, substituindo os mainframes que eram utilizados para executar estes processos por plataformas independentes de fornecedor. “O custo era muito elevado e a escolha ficava atrelada a um único fabricante”, relata Zehuri.
 
Baseada no Rio de Janeiro, a PGS assinou em 2006 um contrato de três anos com a Petrobrás para prover dados sísmicos em 2D e 3D referentes a uma área mínima de 14 mil quilômetros quadrados.

O departamento de tecnologia responsável pelo equipamento conta com quatro pessoas, sendo duas delas dedicadas ao cluster. Já no departamento de operação, são 17 pessoas, sendo três operadores por turno de seis horas, dois supervisores e um gerente. O sistema funciona 24 horas por dia, sete dias por semana, 365 dias ao ano.

Petrobrás (duas máquinas)
Posição no Top500: 275ª
Processadores: 1300
Poder de processamento: mais de 8 Teraflops

Posição no Top500: 418ª
Processadores: 1084
Poder de processamento: mais de 6 Teraflops

“Já se foi o tempo em que se descobria petróleo a picaretadas”, brinca Luiz Monnerat, consultor de negócios da área de tecnologia da Petrobrás. Os dois supercomputadores da Petrobrás na lista do Top500 assumiram o lugar das picaretas: são instrumentos fundamentais para mapear o que há embaixo da terra e ajudar os técnicos da companhia a descobrirem reservas ou mesmo aprimorar os processos de exploração do precioso líquido negro.

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1 comentário(s)
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Marcio - 27 Jun 2007, 10h09

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