Indústria de chips prepara transição para tecnologia de 45 nanômetros
Por Daniela Moreira, repórter do IDG Now!
Publicada em 27 de março de 2007 às 07h00
Atualizada em 27 de março de 2007 às 11h39
São Paulo - Evolução no processo de produção garante processadores mais velozes e menores. Saiba como isso é possível.
Há 42 anos, um dos fundadores da Intel fez uma afirmação que ditaria os rumos da evolução dos chips de computador. Gordon E. Moore previu que o número de transistores em um chip dobraria a cada dois anos. A afirmação, que ficou conhecida como a lei de Moore, pôde ser observada empiricamente à medida que os componentes dos processadores foram ganhando proporções cada vez mais reduzidas e, ao mesmo tempo crescendo exponencialmente em número dentro dos chips.
Feitos de materiais semicondutores, como o silício, que permitem tanto conduzir quanto barrar correntes elétricas, os transistores são os componentes fundamentais dos processadores. A miniaturização destes componentes é o que permitiu a evolução dos chips ao longo dos anos, originando processadores menores e mais velozes. A indústra começa a partir do próximo semestre a transição para a tecnologia de 45 nanômetros.
> Veja fotos do novo processo de produção

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