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20 de setembro de 2009
computacao_corporativa
Aplicações

Entrevista: o que muda com a abertura de código do Java?

Por Paul Krill, para o IDG Now!*

Publicada em 25 de outubro de 2006 às 00h21
Atualizada em 25 de outubro de 2006 às 10h07
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InfoWorld: Tem alguma tecnologia nos laboratórios ou em fase de criação que terá o mesmo impacto drástico causado pelo Java nos próximos dois ou três anos?
Green: Acho que até antes disso, o que vamos ver é uma atuação da Sun nas áreas de web 2.0 e software como serviço. Acreditamos que podemos ajudar as empresas que estão criando soluções de web 2.0 baseadas em serviços a partir do zero, seja com soluções que estão sendo pesquisadas nos nossos laboratórios, com o nosso conhecimento em computação em rede ou com softwares que já possuímos.

InfoWorld: Em que áreas de software a Sun está focando atualmente?
Green: Estamos observando com interesse a área de middleware, seja com o Java Enterprise System ou com soluções diretamente oferecidas pela tecnologia Java CAPS SOA e pelo nosso programa de identidade. O crescimento em negócios que observamos está ligado a identidade. Em especial, o esforço para aumentar as soluções de computação distribuída, atividades baseadas em software como serviço, adequação a SarbOx e outras legislações – todas essas demandas estão levando a uma demanda por soluções robustas de gerenciamento de identidade. Temos o software melhor avaliado pelos analistas tanto na área de identidade como SOA. É uma área de grande interesse para o mercado e também para a Sun..

InfoWorld: Você saiu da Sun e voltou. Qual foi o motivo?
Green: Nossa, parece que isso faz tanto tempo agora. Deixei a Sun em 2004, depois de encerrar uma disputa legal com a Microsoft, e fui me aventurar no mundo das startups [companhias estreantes]. Me juntei a Bill Coleman, da Cassatt Corporation, e trabalhei lá por dois anos, estruturando toda a estratégia de produtos e tirando o negócio do papel. Então tive a oportunidade de voltar para a Sun para cuidar da área de software, e uma vez que a Sun entra no seu sangue é difícil tirar, então não pude resistir à oportunidade. Então voltei em maio de 2006.

InfoWorld: Qual era sua função na sua passagem anterior pela Sun?
Green: Eu era chefe da área de Java e programas de desenvolvedores.
*Paul Krill é editor do InfoWorld, em São Francisco.

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