Rpost investe no Brasil com solução de e-mail registrado
São Paulo - Empresa norte-americana planeja ter 400 clientes no País em um ano nos segmentos jurídico, turístico, financeiro e outros.
A RPost já está comercializando no Brasil sua solução de e-mail registrado, que permite ao usuário ter uma prova legal do recebimento e do conteúdo de uma mensagem eletrônica. O investimento para iniciar as atividades no Brasil foi até agora de 1 milhão de dólares, mas segundo o CEO da empresa, Kafar Khan, deverá passar disso.
A instalação da tecnologia é rápida – em alguns casos em menos de cinco minutos está concluída – e protege o remetente contra alterações do documento. “O mais interessante é que nós não mantemos uma cópia do arquivo, até porque isso geraria à empresa problemas judiciais, como se fossemos testemunhas de fraudes. Nós ficamos apenas com o conteúdo criptografado, que um perito, no caso de problemas legais, é capaz de decifrar”, explica Khan.
“A diferença para o certificado digital é que o benefício maior é de quem envia o documento, que tem a certeza do recebimento e uma garantia de que a informação chegou completa ao destinatário. No certificado digital, o usuário paga para que o remetente tenha a certeza de quem enviou”, explica o presidente das operações brasileiras da companhia, Fernando Neves, explicando que é por isso que as soluções são complementares.
A intenção da empresa é conquistar 400 clientes em um ano no Brasil. No mundo, a companhia soma hoje um total de 4 milhões de usuários e mais de 100 mil advogados em sua base. O custo de cada e-mail registrado enviado é de 2,40 reais, baixo se comparado ao custo de registrar documentos em cartório e enviar pelo correio – o Sedex por exemplo, custa cerca de 10 reais – ou de fax e oferece ainda a garantia do recebimento pelo destinatário em até seis horas, contra um mínimo de cinco dias se for carta.
A equipe brasileira da RPost já conta com 20 profissionais e 12 companhias parceiras. Os escritórios da organização ficarão em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Como a empresa já está operando com testes no País há quatro meses, já conseguiu fechar contratos. “Temos casos de escritórios de advocacia e também de uma senhora que vende abadas na Bahia via internet”, revela.
O advogado Edemilson Wirthmann Vicente, da Limongi e Wirthmann Vicente, conta que está bastante contente com o uso da solução. “Quando usamos o e-mail registrado, conseguimos a obrigação das pessoas e isso imprime uma ordem no processo e aumento da agilidade do contrato”, diz.
O sistema funciona em qualquer plataforma de e-mail e o público alvo, conforma brinca Neves, não são todas as pessoas e empresas, mas só aquelas que usam e-mail”, finaliza.
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Interatividade: Ultimate Tech Fighters parte para seu quarto desafio
- Barulho já fez 92% dos paulistanos encerrarem conversa por celular
- Mozilla credita 91% de seu faturamento em 2007 a acordo com o Google
- Toshiba lança notebooks ultraportáteis
- Internet Explorer 6 para celulares vai rodar somente em novos aparelhos
- Grupo quer ampliar conexão 3G para câmeras, carros e outros dispositivos
IDÉIA 2.0 - O BLOG DO DIGITAL AGE 2.0
Posts mais recentes:
Links patrocinados
Conteúdo especial produzido e atualizado por empresas parceiras do IDG Now!
Microsoft nas nuvens
Ray Ozzie, sucessor de Gates, explica a estratégia de cloud computing da Microsoft.
Corte custos com TI
Combinação de software e serviços gratuitos e conhecimento pode ajudar a frear os custos.
Cloud computing
Saiba o que significa a expressão do momento em tecnologia e entenda seus benefícios.
Driblando a crise
A crise afeta a área de TI. Tenha habilidade para navegar neste período. Por Daniel Domeneghetti.
Links patrocinados













