Rpost investe no Brasil com solução de e-mail registrado
Por Luiza Dalmazo, especial para o Computerworld
Publicada em 20 de outubro de 2006 às 12h12
Atualizada em 20 de outubro de 2006 às 12h27
São Paulo - Empresa norte-americana planeja ter 400 clientes no País em um ano nos segmentos jurídico, turístico, financeiro e outros.
A RPost já está comercializando no Brasil sua solução de e-mail registrado, que permite ao usuário ter uma prova legal do recebimento e do conteúdo de uma mensagem eletrônica. O investimento para iniciar as atividades no Brasil foi até agora de 1 milhão de dólares, mas segundo o CEO da empresa, Kafar Khan, deverá passar disso.
A instalação da tecnologia é rápida – em alguns casos em menos de cinco minutos está concluída – e protege o remetente contra alterações do documento. “O mais interessante é que nós não mantemos uma cópia do arquivo, até porque isso geraria à empresa problemas judiciais, como se fossemos testemunhas de fraudes. Nós ficamos apenas com o conteúdo criptografado, que um perito, no caso de problemas legais, é capaz de decifrar”, explica Khan.
“A diferença para o certificado digital é que o benefício maior é de quem envia o documento, que tem a certeza do recebimento e uma garantia de que a informação chegou completa ao destinatário. No certificado digital, o usuário paga para que o remetente tenha a certeza de quem enviou”, explica o presidente das operações brasileiras da companhia, Fernando Neves, explicando que é por isso que as soluções são complementares.
A intenção da empresa é conquistar 400 clientes em um ano no Brasil. No mundo, a companhia soma hoje um total de 4 milhões de usuários e mais de 100 mil advogados em sua base. O custo de cada e-mail registrado enviado é de 2,40 reais, baixo se comparado ao custo de registrar documentos em cartório e enviar pelo correio – o Sedex por exemplo, custa cerca de 10 reais – ou de fax e oferece ainda a garantia do recebimento pelo destinatário em até seis horas, contra um mínimo de cinco dias se for carta.
A equipe brasileira da RPost já conta com 20 profissionais e 12 companhias parceiras. Os escritórios da organização ficarão em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo. Como a empresa já está operando com testes no País há quatro meses, já conseguiu fechar contratos. “Temos casos de escritórios de advocacia e também de uma senhora que vende abadas na Bahia via internet”, revela.
O advogado Edemilson Wirthmann Vicente, da Limongi e Wirthmann Vicente, conta que está bastante contente com o uso da solução. “Quando usamos o e-mail registrado, conseguimos a obrigação das pessoas e isso imprime uma ordem no processo e aumento da agilidade do contrato”, diz.
O sistema funciona em qualquer plataforma de e-mail e o público alvo, conforma brinca Neves, não são todas as pessoas e empresas, mas só aquelas que usam e-mail”, finaliza.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Odebrecht anuncia projeto para instalar centros de acesso em obras
- Firefox 3.5 registra mais de 2 milhões de downloads em oito horas
- Flickr ganha integração com Twitter
- Campanha do "Fora Sarney" ganha força na internet
- PC World estreia ferramenta de comparação de preços ShopNow!
- Senado lança site de buscas com 1,3 milhão de documentos públicos
Links patrocinados
Conteúdo especial produzido e atualizado por empresas parceiras do IDG Now!
Modernize os negócios com tecnologia inovadora
Gestão industrial: Como obter ROI e alta produtividade
Pesquisa: O Perfil da empresa do futuro
IBM Express Advantage: Programa sob medida para PMEs
O que levar para a 'nuvem'?
Diretor da IBM Brasil explica como usuários e empresas vão lidar com computação 'nas nuvens'.
45 anos do mainframe
Equipamento criado em 1964 responde por 70% das aplicações de missão crítica do mundo.
Links patrocinados














