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08 de julho de 2009
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Aplicações

RFID: Etiqueta inteligente conquista território do código de barras

Por Daniela Braun, editora do IDG Now!

Publicada em 03 de outubro de 2006 às 08h00

São Paulo - Criada para identificar aviões em guerra, identificação por radiofreqüência busca escala e padronização para ganhar território.

Formigaxchip_88x66Originada na década de 30 como uma aplicação militar para distinguir os aviões aliados dos inimigos, a tecnologia de identificação por radiofreqüência, ou RFID (Radio Frequency Identification) promete conquistar os mais diversos territórios industriais oferecendo controle preciso, agilidade e, conseqüente redução de custos em todo o processo produtivo.

De acordo com um levantamento da Wide Research e do site Using RFID.com divulgado em julho, as aplicações de RFID registraram 2 mil cases em prática em 76 países, o que já representava o dobro de aplicações em 18 meses.

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A evolução tecnológica e os esforços de grupos industriais geraram uma tecnologia capaz de gravar uma seqüência numérica de 96 bits - em breve, 128 bits - em um chip dez vezes menor do que uma formiga. A dimensão atual permite que o componente seja inserido em etiquetas aplicadas a uma infinidade de produtos, dando origem ao termo ‘etiqueta inteligente’.

Na mira de setores como o varejista, automotivo, siderúrgico, agrícola, farmacêutico e fabril, o microscópico chip de RFID conta com uma antena interna, que se comunica via radiofreqüência com um determinado leitor ao atingir seu raio de alcance.

Por meio de um software, as informações coletadas pelos leitores são transmitidas, em tempo real, a um banco de dados, que por sua vez pode transmitir as informações daquele chip, em tempo real, de um chão de fábrica ao departamento de contas a pagar, por exemplo.

Produtos com RG

O conceito utilizado em campos de batalha foi resgatado quando a indústria decidiu repensar a identificação de produtos por códigos de barras.

“O sistema de código de barras é bom, mas exige mão-de-obra e está sujeito a falhas como registros incorretos que atrapalham a reposição de estoque e a previsão de vendas”, lembra Cláudio Czapski, superintendente da Associação ECR (Efficient Consumer Response) Brasil.


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