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20 de setembro de 2009
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Aplicações

Instituto usa computação distribuída para encontrar cura para gripe aviária

Por Jeremy Kirk, para o IDG Now!*

Publicada em 13 de abril de 2006 às 15h47

Londres – Programa que roda como protetor de tela em milhares de PCs procura encaixes entre moléculas de remédio e proteína da doença.

Um instituto de pesquisas está utilizando o poder de milhares de computadores conectados à internet para investigar possíveis tratamentos para a gripe aviária.

O Rothberg Institute for Childhood Diseases, baseado em Guilford, Connecticut (EUA), anunciou nesta quinta-feira (13/04) detalhes da primeira missão para voluntários do projeto de computação distribuída.

Os voluntários baixam um protetor de tela que simula ligações de moléculas de remédios a proteínas – chamadas de "alvos" – da gripe aviária, disse o instituto.

O protetor entra na tela sempre que o computador fica ocioso e começa um processo de busca por encaixes, que é como procurar em um molho pela chave correta para uma fechadura, segundo o instituto.

Os resultados são enviados de volta para o Rothberg Institute, quando o computador se conecta à internet.

O instituto afirmou que a computação distribuída permite enviar novos “alvos” para dezenas de milhares de computadores – que juntos são chamados de Drug Design and Optimization Lab (D2OL) – em questão de minutos.

Até o momento, 80 mil voluntários de 93 países diferentes participam do projeto.

Segundo o instituto, o primeiro alvo é a neuraminidase H5N1, que age na disseminação da gripe aviária.

A influenza aviária A, também conhecida como H5N1, é a mais perigosa para os seres humanos até o momento, segundo o instituto.

Além disso, especialistas acreditam que a H5N1 seja a mais fácil de sofrer uma mutação para formas que os humanos poderiam contrair mais facilmente. Até o momento, contato de pessoas para pessoas tem sido raro, disse o instituto.

Os governos ordenaram diversos sacrifícios de frangos na Europa e na Ásia para conter a epidemia, mas acredita-se que aves tenham migraram, levando a doença para outros locais.

*Jeremy Kirk é editor do IDG News Service, em Londres.

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