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20 de novembro de 2008

Teletrabalho pode atrapalhar desenvolvimento da carreira

Por Redação da Computerworld
Publicada em 19 de janeiro de 2007 às 16h05
Atualizada em 01 de fevereiro de 2007 às 15h33

São Paulo - Estudo revela que trabalhar de casa ou em outro lugar que não seja a empresa fere o crescimento pessoal.

Funcionários que freqüentemente quetrabalham de casa ou de qualquer outro lugar que não seja a empresa podem prejudicar ou até mesmo matar suas chances de avançar em algumas carreiras.

Mais de 60% de 1.320 executivos globais entrevistados pela Korn/Ferry Internacional disseram que acreditam que teletrabalhadores são menos lembrados e escolhidos em promoções, em comparação aos funcionários que trabalham nos escritórios tradicionais da empresa. Isso porque os executivos dizem que querem “olhar nos olhos” de outros funcionários diariamente, segundo o estudo.

Estranhamente, ao contrário dessa afirmação, 48% dos respondentes indicaram que eles considerariam um emprego que envolvesse a possibilidade de trabalhar a distância regularmente e a vasta maioria, 78%, declararou que teletrabalhadores são igualmente ou mais produtivos que aqueles que atuam no escritório.

Quando perguntados que tipo de trabalho flexível eles acreditam ser mais atrativo, 46% dos respondentes disse preferir trabalhar em horários maleáveis, segundo a pesquisa da Korn/Ferry.

O resultado do estudo mudou ao longo dos anos. Desde 1990, o número de teletrabalhadores aumentou de 4 milhões para mais de 45 milhões, de acordo com a Telework Coalition. Até mesmo o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, e outros administradores mudaram de estratégia e hoje consideram o teletrabalho parte vital do sucesso do plano de continuidade dos negócios. O preço do combustível, o trânsito são fatores que contam nessa opinião.

Grandes empresas também aderiram ao teletrabalho. A IBM, por exemplo, fez um grande esforço para criar ambientes flexíveis de trabalho e de trabalho a distância, que considera de sucesso, já que 40% dos 330 mil funcionários passaram a trabalhar de casa, da estrada (em viagens) e até mesmo da empresa do cliente.

A Big Blue até mesmo deu lugar a uma nova tradição: o IBM Club, que reúne funcionários para integração e prática esportiva, cinema e outros.

Muitos executivos, entretanto, não aderem ao teletrabalho porque não gostam da idéia do isolamento. Na pesquisa de 2005/2006 da National Technology Readiness, revela que, em junho, 25% dos 1.015 respondentes têm políticas de suporte ao teletrabalho que permitiriam o trabalho de casa.


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1 comentário(s)
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Clóvis - 22 Jan 2007, 11h00

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