Mercado cresce em meio a discussões éticas
Por Edson Soares, com apoio do IDG Now!
Publicada em 10 de abril de 2006 às 13h10
Atualizada em 10 de abril de 2006 às 18h44
São Paulo – Adaptar-se ou não a cultura dos robôs de buscas? No Brasil, o tema está apenas esquentando e pode provocar mudanças no jornalismo.
Se no Brasil a otimização dá seus primeiros passos, lá fora o tema já está no centro dos debates. As cifras desse mercado e limites éticos na adoção das técnicas esquentam as discussões.
Leia também:
>Saiba construir sites que aparecem nas buscas
>Quais os critérios dos buscadores?
>Enganar o buscador não dá resultado
Segundo uma recente matéria publicada no jornal The New York Times, só no ano passado a indústria de otimização movimentou cerca de 1,25 bilhão de dólares. A previsão é que esse número dobre este ano.
Um dos fundadores da empresa Webtraffic, Erik Daniel, acha que no Brasil a otimização ainda não é muito valorizada ou é vista como algo simples. “A gente vê promessas de otimização com 10 palavras. A página não será otimizada, e sim poluída com esses termos correndo o risco de ter a URL excluída pelo buscadores”, alerta o profissional para as armadilhas.
Conforme explica Mirko Mayeroff, diretor do buscador nacional Katatudo, o brasileiro ainda está muito ligado aos grandes portais, enquanto nos Estados Unidos todos usam os buscadores para encontrar algo na web. “É cultural. Por aqui, cada um tem um padrinho na web. A pessoa se habitua a utilizar as páginas do UOL ou do Terra para navegar”.
Mas as previsões são otimistas. Mayeroff acredita que a tendência é que os buscadores ganhem bastante importância por aqui nos próximos anos. Principalmente porque essas páginas ampliaram recentemente as opções de personalização, serviços e buscas específicas, se comportando cada vez mais como portais.
Ele vê a otimização seguir os passos dos Links Patrocinados, que foram desacreditados no começo e depois se mostraram uma maneira eficiente de marketing online.
Na contramão, algumas questões éticas começam a travar o avanço da otimização. É que sites de conteúdo jornalísticos estariam desfigurando suas matérias para que elas adquiram maior visibilidade aos robôs de busca.
O alerta foi dado na mesma matéria do New York Times. Segundo o diário, cerca 30% do tráfego desses sites informativos tem origem nos resultados de buscas.
Compartilhe:
- DEL.ICIO.US
- GOOGLE BOOKMARKS
- TECHNORATI
- NETVIBES
- DIGG
CONTEÚDO RELACIONADO:
IDG NOW! BUSCA:
Links patrocinados
ÚLTIMAS NOTÍCIAS DO IDG NOW!:
- Apple contata clientes para resolver problema em bateria de iPhone
- Twitter dá 1ª amostra de como funcionará ferramenta oficial de “retweet”
- Vivo fecha acordo com PF para fornecer informações sobre pedófilos
- Dell adquire empresa de soluções de TI corporativa Perot Systems
- Agência digital gaúcha cria "outdoor wi-fi"
- Yahoo estreia campanha global para destacar recursos de personalização
60 melhores para trabalhar
Computerworld mostra o segredo das empresas de TI líderes em recursos humanos.
Salários em tecnologia
Confira a variação salarial referente a 14 cargos da área de tecnologia no Brasil.
Conteúdo especial produzido e atualizado por empresas parceiras do IDG Now!
Infraestrutura de TI sob controle
Gerenciamento: eficiência para o negócio
White Paper: maximize o ROI
Backup: mantenha os dados seguros
Links patrocinados














