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Com seis indicações ao Globo de Ouro, A Rede Social tem boa bilheteria no País

Se não chega a ser um arrasa-quarteirão, o desempenho do filme “A Rede Social” (The Social Network) não é nada ruim no Brasil. Segundo dados do Filme B, portal especializado no mercado de cinema, o longa-metragem sobre a história da criação do Facebook obteve 369 mil espectadores no País até domingo (12/12), o que representou uma renda até o momento de R$ 3,75 milhões.

Bilheteria de filme que conta a história da criação do Facebook se aproxima dos 400 mil espectadores no Brasil

Bilheteria de filme que conta a história da criação do Facebook se aproxima dos 400 mil espectadores no Brasil

Lançado no dia 3/12, o filme teve média de 900 espectadores por sala no primeiro final de semana – para o portal, um filme é bem-sucedido quando chega perto ou supera os mil espectadores. “A Rede Social” estreou em 160 salas no Brasil, um lançamento de porte médio. Como comparação, um blockbuster entra em cartaz em mais 500 salas, às vezes 800.

A bilheteria do filme no segundo final de semana caiu 29%, uma das menores quedas entre os longas em cartaz, segundo o Filme B, o que sugere que “A Rede Social” possa uma boa sobrevida nas telas brasileiras.

No final de semana passado, a renda obtida foi de R$ 1.158 milhão, a quarta maior do País. A primeira foi “As Crônicas de Nárnia: A Viagem do Peregrino da Alvorada”. Blockbuster de aventura da Fox, o longa estreou gerou R$ 4.484 milhões nesse final de semana.

Indicações ao Globo de Ouro
A visibilidade da “A Rede Social” só cresce. A Associação de Imprensa Estrangeira em Hollywood (HFPA, na sigla em inglês) anunciou hoje que o filme recebeu 6 indicações ao Globo de Ouro, considerado um dos principais termômetros para o Oscar – só foi superado por “O discurso do rei”, com sete indicações.

O longa dirigido por David Fincher vai concorrer no Globo de Ouro aos prêmios de melhor filme de drama, ator (Jesse Eisenberg), roteiro (Aaron Sorkin), diretor (David Fincher), ator coadjuvante (Andrew Garfield) e trilha original.

E, como a indústria sabe, quantos mais prêmios – principalmente as estatuetas douradas do Oscar -,maiores as chances de a carreira de um filme decolar em DVD.

Eleito o filme do ano nos EUA, “A Rede Social” estreia no Brasil

E finalmente chegou o dia da estréia de A Rede Social (The Social Network) no Brasil.

Uma informação que reforça a curiosidade em relação ao filme é que o longa foi no dia 2 de dezembro o filme do ano pela crítica americana.

O ator Jesse Eisenberg mandou muito bem no papel do nerd amoral e genial Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook

O ator Jesse Eisenberg mandou muito bem no papel do nerd amoral e genial Mark Zuckerberg, o fundador do Facebook

A Associação Nacional dos Críticos de Cinema dos Estados Unidos concedeu ao longa os prêmios de melhor filme, melhor diretor, melhor ator, roteiro adaptado, conforme relato do G1.

Dirigido por David Fincher (Seven Clube da Luta) e com roteiro de Aaron Sorkin(The West Wing), o longa traça um retrato ácido e humanizado de Mark Zuckerberg, o cofundador do site. A obra é inspirada no livro
Bilionários por acaso, de Ben Mezrich (Editora Intrínseca).

Um dos pivôs das polêmicas que cercam Zuckerberg é Eduardo Saverin, está a acusação Ele foi acusado pelo brasileiro Eduardo Saverin, seu amigo em Harward e primeiro financiador do projeto,

Além da curiosidade natural por se tratar da história da maior rede social do mundo,  a expectativa em relação ao longa-metragem que conta a história do Facebook foi trabalhada ao longo dos meses pela Sony com trailers caprichados, que enfatizavam o caráter polêmico de Zuckerberg.

Resenha do IDG Now!

Eu assisti ao filme no início de novembro e escrevi uma resenha a respeito. Clique aqui para conferir.

Eis um dos trailers do filme, com Creep, do Rardiohead, na trilha.

Violência no Rio: redes sociais têm mecanismos para desmentir boatos

A repercussão das notícias sobre a violência no Rio de Janeiro demontra que as redes sociais têm mecanismos eficientes para desmentir boatos. A afirmação foi feita em podcast ao IDG Now! por Sérgio Amadeu, doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo e um dos principais estudiosos da cibercultura do País.

“Não temos uma pesquisa minuciosa sobre isso ainda. A gente tem hipóteses e analises feitas a partir de entrevistas com pessoas que usam muito a rede e que confirmam o seguinte: um boato pode se espalhar muito fortemente. Mas ele é rapidamente desmentido. É a primeira constação. A segunda constatação é que diferenciar boatos de campanhas temática ou política”, afirma Amadeu, que é ex-presidente do Instituto de Tecnologia da Informação, órgão ligado à Casa Civil da Presidência da República.

Ele também analisa a situação atual e o desafios para o jornalismo cidadão no Brasil hoje.

Basta clicar abaixo para ouvir o podcast.

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As empresas estão nas redes sociais, mas os CEOs…

Ouvimos aos borbotões notícias de empresas que ingressam nas redes sociais. Mas, quando é o CEO, a história é diferente.

Um estudo da agência internacional de relações públicas Weber Shandwick aponta que 64% dos comandantes das maiores companhias do mundo não têm perfis nas redes sociais.

A informação está na pesquisa “Socialize seu CEO: De (anti)social a social”. O trabalho procurou identificar as atividades de comunicação publicamente visíveis, como entrevistas a jornais e revistas e atuação na internet.

Segundo o estudo, nove entre dez CEOs das 50 maiores empresas do mundo se comunicam por canais convencionais: 93% são citados em reportagens da imprensa internacional e em veículos de negócios.

A comunicação online, por sua vez, não é comum  no cotidiano desses executivos. O principal canal de exposição são perfis sobre eles na Wikipédia. No mais, a atuação é modesta: 36% participam de alguma maneira dos sites de suas companhias ou redes sociais. Nestes casos, os exemplos são os compartilhados pela maioria dos internautas, como Twitter, Facebook, LinkedIn ou blogs corporativos, entre outros.

A pesquisa procurou identificar também quem é o CEO ativo nas redes sociais. Veja alguns de seus traços característicos:

* CEOs que participam atividamente de redes sociais geralmente comandam organizações muito conhecidas.

*  Os “CEOs sociais” participam de mais de uma rede: 72% deles utilizam 1,8 canais na intenet.

* Os CEOs americanos são os mais participativos.

* Quanto maior o tempo no cargo, maior a atuação nas redes. Segundo a pesquisa, os CEOs com até 3 anos no cargo participam menos que aqueles que têm mandatos médios ( 3 a 5 anos) ou mais longos (acima de 5 anos). As porcentagens, respectivamente, são  30%, 38% e 43%.

E por que então os CEOs participam tão pouco das redes sociais?

Segundo a Weber Shandwick, uma das razões é que prevalece a ideia nesse público de que o tempo é melhor empregado no relacionamento com clientes e funcionários. Isso sem falar no fato de que o departamento jurídico costuma recomendar cautela na web 2,0, avalia Weber Shandwick.

Sexo, drogas e redes sociais no cinema: a história por trás do Facebook

Em Desejo de Status, o filósofo Alain de Botton analisa, como o título de sua obra sugere, as raízes do desejo de status na sociedade contemporânea.

Tenta identificar as motivações para o homem moderno buscar a todo custo um valor, o reconhecimento, a aceitação pelos olhos dos outros. Por que essa angústia? Como ela se manifesta? O que indica a respeito de nossa natureza?

O ator Jesse Eisenberg interpreta o papel de Mark Zuckerberg em filme

O ator Jesse Eisenberg interpreta Mark Zuckerberg em filme

A lembrança desse livro – de leitura deliciosa e reveladora – me veio à mente enquanto assistia na quinta-feira à noite (4/11) ao filme A Rede Social (The Social Network), que retrata a história da criação do Facebook.

Com lançamento marcado para 3/12 no Brasil, o longa-metragem dirigido por David Fincher ( Seven e Clube da Luta) e roteirizado por Aaron Sorkin(The West Wing) teve a honra de ser exibido do encerramento da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. A projeção foi feita ao ar livre, no imenso gramado da parte dos fundos da Cinemateca, no bairro da Vila Mariana, em São Paulo.

Sede de sexo
Fiel à essência do livro que o inspirou (Bilionários por acaso, de Ben Mezrich, Editora Intrínseca), o filme mostra que Mark Zuckerberg, avançando a partir da ideia de um projeto que estava sendo desenvolvido pelos irmãos Winklevoss – que o contrataram para a empreitada-, programou sorrateiramente uma rede social em Harvard que tinha como objetivo maior, no final das contas, somente uma coisa: arranjar mulher. Ou em português bem claro: descolar umas moçoilas para boas noitadas de sexo.

Jesse Eisenberg convence no papel de um enigmático e genial programador chamado Mark Zuckerberg

Jesse Eisenberg convence no papel de um enigmático e genial programador chamado Mark Zuckerberg

A sacada do “nerd de cabelo enroladinho”, como diz Mezrich no livro, foi inserir funcionalidades em seu site que permitiam detalhar interesses e gostos. “Eis a genialidade daquilo, a novidade que iria fazer toda a diferença. Qual é seu estado civil? Quais são seus interesses? Eram os itens do currículo que constituíam o coração da experiência universitária”, escreve Mezrich.

“O que moveria essa rede social (Facebook) seria a mesma coisa que move a vida social na universidade – sexo. Mesmo em Harvard, a escola mais exclusiva do mundo, tudo girava em torno de sexo”, escreve.

Castas universitárias, cocaína e garotas

E, em Harvard, quem era aceito nos mais prestigiados clubes da universidade – para poucos e seletos, numa espécie das castas universitárias – ficava com as garotas mais gatas.

Zuckerberg e Eduardo Saverin, o brasileiro que financiou o Facebook no começo do projeto e depois foi passado para trás – não participavam de clube nenhum. Isso quer dizer que não pegavam mulher nenhuma.

Sobre isso, vale um parêntesis. À certa altura no filme, há uma festa de comemoração pelo sucesso do Facebook promovida por Sean Parker, fundador do Napster e que depois se incorporou à empresa. A comemoração contou com funcionários do site, entre as quais estagiárias menores de idade – Zuckerberg não estava presente.

Justin Timberlake (à direita) faz Sean Parker, um dos criadores do Napster e que se aproxima de Zuckerberg (Eisenberg)

Justin Timberlake (à direita) faz Sean Parker, um dos criadores do Napster e que se aproxima de Zuckerberg (Eisenberg)

A cocaína rola solta até que a polícia baixa por lá. De um modo peculiar, o Facebook passou a se constituir um clube em si, a ter o seu próprio mundo.

Anseios reais, mundo virtual

Fincher retrata de modo eficiente como esse clima – o desejo de ser aceito pelos clubes e, assim, pegar mulher – está na origem do Facebook. E demonstra também como, em sua escalada para fazer o site vingar, Zuckerberg passa por cima de tudo – inclusive daquele que era seu único amigo próximo em Harvard, o brasileiro Saverin.

E aqui vem outro ponto positivo para Fincher: embora toda a divulgação em torno do filme trate Zuckerberg como vilão ( algo que de fato se nota no longa), o diretor foge do estereótipo de apresentá-lo como um vilão de face única, aquele que é só malvado, só inescrupuloso.

Personagem amoral e ambíguo

Antes, criou um personagem complexo e ambíguo, cujas motivações e sentimentos se escondem por trás da carapaça do nerd de poucas palavras. Quem ele é de fato, o que sente na intimidade, o que pensa?

Ao problematizá-lo, Fincher sugere, a meu ver, que estamos diante de um personagem que tem no temor de ser rejeitado a motivação para suas atitudes – a principal delas a criação do Facebook.

A atriz Rooney Mara faz Erica Albright, a namorada que dá o fora de Zuckerberg

A atriz Rooney Mara faz Erica Albright, a namorada que dá o fora em Zuckerberg

Um sujeito que busca o status ( e aqui está a relação com Botton e seu Desejo de Status) porque quer ser amado; alguém que emprega seu talento de hacker para não ficar solitário, para ser notado, para ser desejado.

O final do filme (que é ótimo e obviamente não vou contar) deixa isso muito claro.

Mas, e faço questão de ressaltar esse ponto, não vejo no filme a tentativa de absolver Zuckerberg de possíveis trapaças ( e nem eu o estou fazendo aqui). Pelo contrário: o fundador do Facebook não sai bem na foto.

O personagem é polêmico e complexo, e assim é retratado no filme. Fincher prefere antes lançar o olhar para as motivações do ser humano, para os anseios mais secretos.

É assim que o livro de Mezrich também trata Mark Zuckerberg, o jovem que reescreveu a história das redes sociais no mundo.

E nós?

E, antes do ponto final no post, uma questão para refletir: o que nos leva – digo em última instância, vejam bem – às redes sociais, a compartilhar o que fazemos e pensamos em sites como o Facebook e o Twitter, entre outros?

Não seria também, no íntimo, o desejo de que sejamos amados?

Quer ver o filme sobre o Facebook hoje? Ainda dá tempo

Se você quiser ver o filme a história do Facebook antes do lançamento oficial no Brasil, então corra hoje à Cinemateca Brasileira, em São Paulo, e reze para encontrar ingresso.

Zuckerberg é interpretado por Jesse Eisenberg (à esquerda)

Zuckerberg é interpretado por Jesse Eisenberg (à esquerda)

O longa-metragem A Rede Social (The Social Netowrk) será exibido hoje às 21h, como parte da Mostra Internacional de Cinema. Como a cota vendida pela internet já esgotou, resta a esperança de comprar o ingresso diretamente na Cinemateca. A bilheteria abrirá às 19h.

O filme é um dos mais aguardados no ano. Dirigido por David Fincher, a obra foi chamada pela ABC News de um épico sobre as pessoas por trás do site e um filme sobre a busca pelo poder.

Serviço:
Quando: hoje (4/11)
Horário: 21h
Onde: Cinemateca ( rua Largo Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino)
Quanto: R$ 14 (inteira) e R$ 7 a meia entrada

Em reação ao racismo, internautas preparam Dia do Nordeste no Facebook

O onda de tweets racistas que proliferou nas redes sociais – especialmente no Twitter – depois dos resultados das eleições presidenciais estimulou a criação do Dia do Nordeste do Facebook.

diadonordeste

A iniciativa é tratada como um evento da rede social – por meio de um recurso do Facebook, pessoas são convidadas a participar por meio de comentários e conversas.

O Dia do Nordeste está programado para ser realizado entre a zero de sábado (dia 6/11) e zero do domingo (7/11).

A definição de uma data tem o efeito simbólico e funciona para mobilizar as pessoas para aquele dia específico. Afinal, hoje mesmo já é possível entrar e se manifestar.

Cultura nordestina

O objetivo é postar mensagens positivas (vídeos, comentários tc) relacionadas ao Nordeste e que destaquem questões culturais, por exemplo, conforme me explicou Mira Caetano, uma das organizadoras do Dia do Facebook no Nordeste.

“Essa ideia surgiu de um sentimento de indignação muito grande que senti com os posts no Twitter. Não sou nordestina, sou paulista, mas vivi na Paraíba durante quatro anos e me senti profundamente atingida. Então pensei que poderíamos dar uma resposta criativa a essa ‘xenofobia’ reacionária ao Nordeste”, disse Mira, que é cientista social formada pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Por volta das 12h30 de hoje, a página contava com a confirmação de mais de 850 pessoas.

Leia posts sobre assuntos relacionados:

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Facebook vai para cima do Orkut e lança aplicativo para compartilhar informações

O Facebook  lançou na sexta-feira passada ( 23/10) mundialmente um aplicativo que permite que os usuários  compartilhem automaticamente informações com seus amigos do Orkut. O recurso facilitará também localizar amigos nas duas redes sociais.

Aplicativo oferece bem mais que localização de amigos; permite vincular perfis

Por enquanto, o aplicativo não aparece para todos os usuários, mas o Facebook afirmou nesta segunda-feira (25/10) que é questão de tempo para que isso ocorra.

A ferramenta vai aparecer na página inicial do perfil dos usuários do Facebook.

Se o usuário quiser vincular seu perfil ao do Orkut, suas atualizações de status, posts, vídeos e fotos aparecerão no Orkut ( no caso das fotos, um link indicará onde buscar o material) – segundo a assessoria de imprensa do Facebook, o inverso também ocorrerá, ou seja, usuários do Orkut poderão vincular seus perfis com o do Facebook.

Briga de gente grande

O aplicativo é uma cartada ousada do Facebook – a maior rede social do mundo, com mais de 500 milhões de usuários – para crescer sua audiência a partir dos usuários do Orkut. E os endereços da estratégia são claros: Índia e, principalmente, o Brasil, os dois países onde a rede do Google tem grande presença.

Só para dar uma ideia, o Brasil representa 50,60% dos usuários do Orkut no mundo, o maior percentual disparado. Em segundo vem a Índia, com 20,44%, seguido dos EUA (17,78%).  Os dados são da própria empresa.

Rei das redes sociais no País, o Orkut tem o triplo do tamanho da rede de Mark Zuckerberg no Brasil. O xis da questão é que o Facebook cresce rapidamente e demonstra maior vigor.

Facebook avança no Brasil

Dados da comScore mostram que a rede do Google registrou, em agosto, 29,4 milhões de visitantes únicos (internautas acima de 15 anos), ante cerca de 9 milhões do Facebook, que ainda está em 3º lugar no Brasil, atrás do Windows Live Profile (12,5 milhões).

A expansão do Facebook, no entanto, é acelerada no Brasil: agosto de 2009, tinha 1,5 milhão de visitantes, número que saltou para, no mesmo mês deste ano, 8,9 milhões. No período, o tráfego do Orkut aumentou 30%.

Filme sobre Facebook tem potencial para ser o hit dos cinemas ainda em 2010

Um dos filmes mais aguardados do ano e envolto em polêmicas, “The social network” já movimenta a imprensa americana.

Polêmico, filme mostra Mark Zuckerberg como vilão

Polêmico, filme mostra Mark Zuckerberg como vilão

Sites especializados ou de grandes veículos têm publicado nesta semana uma séries de resenhas e reportagens sobre o longa-metragem. O filme foi programado para a abertura do 48 Festival Internacional de Cinema de Nova York, nesta sexta-feira (24/9). Em linhas gerais, a crítica parece receber bem o filme, que mostra Mark Zuckerberg como uma espécie de geniozinho do mal, capaz de passar por cima de tudo e todos para obter o sucesso.

Dirigido por David Fincher, a obra foi chamada pela ABC News de um épico sobre as pessoas por trás do site e um filme sobre a busca pelo poder.

“Não há falsidade e traição, não há tragédia e triunfo. Há heróis e vilões”, escreve a jornalista da ABC News Sheila Makinar. Para a jornalista, a produção do filme é suntuosa e a trilha, assinada por Trent Reznor, do Nine Inch Nails, e o compositor Atticus Ross é um dos pontos altos.

Jesse Eisenberg (à esquerda) interpreta Zuckerberg e Justin Timberlake faz Sean Parker, um dos criadores do Napster

Jesse Eisenberg (à esquerda) interpreta Zuckerberg e Justin Timberlake faz Sean Parker, um dos criadores do Napster

O New York Times aproveitou a oportunidade da apresentação do filme no festival para fazer uma extensa matéria sobre Zuckerberg.

Com o título “Milhões de amigos, mas não muito popular”, a matéria diz que o filme de Fincher tem um olhar estranhamente engraçado e emocionante sobre o homem por trás de um fenômeno das mídias sociais.

“Rápido como um coelho, astuto como uma raposa, ele é o nerd que queria ser rei ou simplesmente Bill Gates. Ele também é o cara mais esperto da sala”, diz o jornal sobre o fundador do Facebook.

O filme estreia nos EUA em outubro. No Brasil, o filme estará nas telas no dia 3 de dezembro no Brasil.

E aí? O que esperar de “The social network”?