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Arquivo de junho, 2010

Abilio Diniz no Twitter: culpa por anúncio que fala em derrota do Brasil é da Folha

O presidente do Conselho de Administração do Grupo Pão de Açúcar, Abilio Diniz, usou seu perfil no Twitter para pedir desculpas, “em meu nome e do Grupo, aos brasileiros e, principalmente, aos jogadores da seleção” pela publicação equivocada do anúncio publicitário do Extra na Folha de S.Paulo.

Na edição de hoje do jornal, uma peça publicitária da rede de supermercados do Grupo dizia: “Valeu, Brasil. Nos vemos em 2014.”

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Empresário diz que “irá responsabilizar os culpados”

No título do anúncio consta a seguinte mensagem:

“A Iqembu le sizwe sai do mundial. Não do coração da gente”, explicando em seguida que o trecho em zulu quer dizer “seleção”.

“Ontem o Brasil fez seu melhor jogo na #Copa. Infelizmente, a Folha de SP cometeu um grave erro com o anúncio do Extra, o que é inadmissível”, escreveu Diniz.

“Estou ao lado dos que se indignaram com o anúncio publicado erroneamente pelo jornal.”

“Não compartilhamos com a impunidade e tomaremos as providências, que não eliminarão o erro, mas irá responsabilizar os culpados.”(sic)

O Extra é um dos patrocinadores oficiais da seleção brasileira.

A posição da Folha

A Folha de S.Paulo acaba de divulgar um comunicado em que afirma que publicará uma errata na edição desta terça-feira (30/6).

“A Folha de S.Paulo esclarece que no dia 29/6/2010, no Caderno Copa 2010, pág D11, foi publicado equivocadamente um anúncio do Hipermercado Extra, devido a problema ocorrido na área de inserção de anúncios. Lamentamos o erro.”

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Assistimos a Brasil x Portugal em 3D: torcida comportadinha e refri aguado

Minha expectativa para ver um jogo de futebol em 3D era grande, ainda mais do Brasil numa Copa do Mundo. Ok, ok, o futebol-arte passa longe de nossa seleção, mas já pensou ver saltando da tela um drible endiabrado do Nilmar, com passe para Luis Fabiano e puft! Golaço no ângulo? Se bem que, com Felipe Melo em campo, seria mais fácil imaginar um pega pra capar tridimensional com o, como dizer, afoito (nervoso, diriam outros) Pepe, de Portugal.

Foto: Zé Paulo Cardeal/TV Globo
Globo 3D- crédito Zé Paulo Cardeal-TV Globo
Educação britânica durante o jogo do escrete canarinho com Portugal

Era mais ou menos esse o meu espírito ao chegar na manhã de hoje ao Cinemark do Shopping Eldorado, para ver Brasil e Portugal com transmissão em 3D pela Rede Globo.
Cheguei 15 minutos antes do início da partida. Sala praticamente lotada, apenas algumas cadeiras vazias.

Eram convidados da emissora, muitos deles de empresas ou jornalistas, como eu e Rui Maciel, também do IDG Now!, meu companheiro de jornada tecno-ludopédica.

Sentei-me, coloquei os óculos escuros – como já uso óculos, fiz a patacoada de colocar um por cima do outro, mas funcionou.

“Oooooohhhh”
Os jogadores haviam acabado de entrar em campo. A TV mostrou a torcida, técnicos, os boleiros se aquecendo. Não notei diferença nenhuma na transmissão. “Está tudo igual. Cadê, cadê?”, desdenhei.

Foi então que, minutos mais tarde, como num clique, algo aconteceu: a imagem ficou mais nítida, os jogadores pareciam colocados na tela como se fora um efeito de photoshop. Era o sinal 3D. “Ooooooohhh”, ouviu-se, em uníssono, na plateia. O reloginho que marca o tempo de jogo parecia suspenso no ar, diante do meu nariz, com o campo lá no fundo.

Ali percebi que, sim, ver em 3D é diferente. Mas era só o começo. No momento em que a bola rolou, as diferenças ficaram mais nítidas.

Uns minutos depois, um outro “oooooooooh”, agora mais forte, mais espantado: foi a primeira vez que a câmera, já em 3D, saiu do plano geral e focou um grupo de jogadores, de perto, em movimento.

Dentro do jogo
Quando a câmera fica num plano aberto, de longe, não se nota grande diferença. Pense nas tomadas aéreas.

O salto de qualidade, a sensação de que você está dentro do campo e que o que acontece lá pode chegar a você, é sentida quando há um close ou corta-se para uma câmera que fica praticamente na linha do campo.

Aí, meu caro e minha cara, se você tiver tomado uns golinhos a mais, prepare-se: é capaz de você ir atrás da bola ou fugir da bordoada – se o Felipe Melo estiver na jogada, por exemplo. Como eu estava na base da refrigerante de máquina (aguado, hein?), o impacto foi um pouco menor.

Sem replays, só o Galvão
Uma situação curiosa é que, quem estava presente à sessão, não viu a muitos dos replays das jogadas. Em vários momentos Galvão Bueno comentava algum lance que nós não víamos – seria por que nem todas as câmeras utilizadas na transmissão eram para 3D? Provavelmente.

Agora, um detalhe importante: a platéia presente à sessão organizada pela Globo estava comportada demais, serena demais. Nem parecia que estávamos assistindo a um jogo do Brasil na Copa do Mundo. Tudo bem que o jogo foi modorrento, mas nenhum um grito mais bagaceira, nenhuma homenagem efusiva ao juiz? Nada. As pessoas falavam baixinho, pareciam que tinham ido a uma sessão de filmes do Ingmar Bergman.

As exceções foram os raros lances com chance de gol, como a bola que o Nilmar chutou e bateu na trave ou o milagre do Julio César, no segundo tempo, que salvou a pátria.

Assim, meus caros amigos, o resumo da ópera é o seguinte: assistir a um jogo em 3D é uma experiência bacana. Vale a pena. Mas, se tiver o clima de botequim junto, é muito, muito melhor.

Já pensaram no dia em que o 3D estiver em cada esquina, em cada boteco deste País, ligado num futebolzinho regado à cerveja e um churrasquinho supimpa?

Depois de Galvão, “CALA BOCA TADEU SCHMIDT” vira trend topics mundial

Depois do furacão “CALA BOCA GALVAO”, chegou a vez do “CALA BOCA TADEU SCHMIDT”, o novo trend topics mundial do Twitter.

A hashtag em referência ao jornalista Tadeu Schmidt, também da Rede Globo, ganhou força com o episódio em que o técnico Dunga discutiu com Alex Escobar, da emissora, durante a coletiva de imprensa após o jogo contra a Costa do Marfim, ontem pela Copa.

O técnico se irritou porque Escobar, que falava ao celular – depois se soube que era com Schmidt – balançou a cabeça negativamente durante uma fala de Dunga, que interpretou o gesto como uma desaprovação ao que ele falava.

“Algum problema”, perguntou Dunga, dirigindo a fala a Escobar.
“Eu? Não estou nem olhando para você, Dunga”, respondeu o jornalista.
“Ah, bom. Pensei que tinha”.

Globo retruca

Algum tempo mais tarde, Schmidt, durante o Fantástico, leu texto com duras críticas ao comportamento de Dunga em relação ao jornalista Alex Escobar.

“O técnico Dunga, no comando da seleção há quase quatro anos, não apresenta nas entrevistas um comportamento compatível com a imagem de alguém tão vitorioso no esporte”, disse Schmidt, ao vivo, durante o Fantástico.

“O episódio aconteceu quando o jornalista da TV Globo Alex Escobar, que conversava comigo no telefone, balançou a cabeça por discordar da frase em que Dunga acusava os jornalistas de terem pedido que Luís Fabiano fosse tirado do time titular depois do primeiro jogo na Copa, contra a Coréia do Norte”.

Em referência ao trecho específico do mal-estar entre Dunga e Escobar, Schmidt falou, com a imagem de Dunga na coletiva ao fundo:

“Em seguida, (Dunga) ficou balbuciando palavrões que vazaram no sistema de som da sala de entrevistas”.

Nesse instante, a reportagem cobre o som daquilo que, segundo a Globo, seriam os palavrões proferidos por Dunga.

Reações no Twitter

Diante de mais um fenômeno made in Brazil no trend topics internacional, os estrangeiros se perguntam que raios é CALA BOCA TADEU SCHMIDT.

Destilando ironia, um usuário que se identifica como Kevin Mark, de Illinois (EUA), pergunta se não trata de um novo projeto para salvar os animais, a exemplo do bem-humorado vídeo sobre os pássaros da espécie Galvão, que rodou o mundo na semana passada.

“@kevinmk32 now, who is cala boca tadeu schmidt? is a new project to save animals?”

Post tinha mais de 100 retweets às 13h.

Veja a matéria na Globo.

Twitter, pra que te quero?

O microblog foi o astro da semana, como já ocorreu anteriormente e certamente acontecerá em inúmeras outras ocasiões. Alguém aí pensou no cometa “Cala a boca, Galvão”? Acertou, mas não é só isso.

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Twitter, da piada à informação em segundos

Também é possível lançar um olhar interessante sobre a repercussão da notícia da morte do escritor José Saramago, ocorrida na sexta-feira, que pode ser um bom contraponto – ou complemento, depende do ponto de vista – à “peraltice” de alcance mundial do caso “Cala a boca, Galvão”. Explico.

A pilhéria com o principal locutor do maior grupo de comunicação do Brasil ganhou o mundo de uma maneira impressionante e, até certo ponto, surpreendente: como uma piada interna – algo que só nós, brasileiros, sabíamos do que se tratava, os gringos não entendiam – alcançou a liderança mundial no Twitter? Os brasileiros fomentaram de tal forma a hastag “CALA BOCA GALVAO” (escrita dessa forma) que a tornaram a mais popular do planeta durante alguns dias.

A brincadeira virou vídeo à lá BBC para supostamente salvar os pássaros da espécie “Galvão”. Deu até no New York Times, no La Reppublica, no El País. Foi trend topics na cabeça.

Então alguns, como se viu em tweets e artigos em sites, questionaram se o microblog não deveria ser usado para um fim mais nobre que simplesmente aporrinhar Galvão Bueno.

Trocando em miúdos, o Twitter seria um brinquedinho, um divertimento de proporções gigantescas – e perigosas. Por que não usar essa força de mobilização no microblog também para acabar com a corrupção, para defender a adoção de uma nova matriz energética que emita menos poluentes, para fiscalizar o poder etc? Faz todo sentido: se temos um canal democrático, livre e poderoso nas mãos, por que não usá-lo para causas em defesa do bem comum?

Saramago e a agilidade da informação

Mudemos agora o foco para o único escritor de língua portuguesa a ganhar um Prêmio Nobel de Literatura. Com a notícia da morte de José Saramago, o Twitter mais uma vez se mostrou poderoso como canal para difundir uma informação, considerada relevante por uma parcela importante dos usuários.

Quem acompanha o perfil do Ministério da Cultura do Brasil no microblog, por exemplo, ficou sabendo por volta das 8h30 da morte de Saramago, por meio de um tweet que dizia:

“Um minuto de silêncio, na reunião de ministros da Cultura da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, pela morte de José Saramago”

A Rede Globo deu a notícia no intervalo da partida Alemanha e Sérvia, por volta das 9h15. Para citar alguns exemplos na internet brasileira, o Terra publicou às 9h12, UOL (9h15), Folha.com (9h18), G1 (9h19), Estadão (9h22), R7 (9H24), iG (9h25), O Globo (10h02).

No momento em que o Ministério da Cultura – que não é uma empresa de comunicação, diga-se -, tuitou a notícia, o site do jornal espanhol El Pais já trazia a matéria sobre o assunto, assim como o português Diário Digital.

Ok, e daí?

O que podemos depreender disso? Que quem quer saber primeiro, estar a par das tendências, ficar informado no momento em que a notícia acontece, tem no Twitter um aliado imbatível. No caso de Saramago, muitos brasileiros souberam da morte do escritor primeiro pelo Twitter, e lá começaram a comentar o assunto. Só mais tarde os veículos nacionais de comunicação entraram na história.

Imagine que esse mesmo fenômeno pode acontecer com qualquer outro assunto – sucessão presidencial, um projeto de lei importante em discussão na Câmara etc.

Até aí, é possível que alguns, como o usuário do Twitter @Alelex88, escrevam: “só soube agora que saramago morreu. diferença que fez no meu dia: 0,0%”, na transcrição literal.

Por isso, repito, minha argumentação é no sentido de quem quer estar atualizado e em sintonia com determinados assuntos.

Mas o Twitter também tem serventia para serviços úteis no cotidiano. Pense no caso de informações em tempo real sobre a situação no trânsito. O perfil da CET-RJ é um exemplo: informa onde há acidentes, onde a via está travada e rotas alternativas. Neste caso, saber rapidamente faz diferença.

Atenção para os “poréns”
Mas cabem aqui uma ressalva e um alerta. Em primeiro lugar, é preciso deixar claro que não estou aqui a valorizar em demasia o fato de dar uma notícia dois, cinco ou quantos minutos forem antes dos outros. Mas sim de analisar a forma e a função de uma determinada ferramenta de comunicação.

Como é ágil e tem um poder de “viralização” impressionante, o Twitter já se consolidou como uma ferramenta de comunicação imprescindível, que faz parte do dia-a-dia de milhões de pessoas mundo afora e influencia debates.

Agora, o alerta: justamente por causa das características aqui exaltadas – agilidade e poder de propagação -, o Twitter representa um risco para os profissionais de comunicação, se mal utilizado: uma informação infundada no microblog pode deflagrar um problemão, assim um retweet em cima de notícia equivocada (já paramos para pensar no que significa dar um retweet?).

Em outras palavras, para os jornalistas e demais profissionais de comunicação, o Twitter é uma ótima referência para ficar antenado, ter pistas para apuração e sair na frente. E também permite sentir a “temperatura” do público, os temas em evidência, as discussões capazes de mobilizar as pessoas. É um grande aliado, mas que exige atenção redobrada. E permanente.

Algo está no ar?

Os tuiteiros de plantão deparam desde ontem com mensagens misteriosas no microblog. Um certo perfil entrou no ar para divulgar o “Algo está no ar”.

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Mensagem misteriosa se espalha pelo Twitter

O site convida o internauta para um passeio virtual, com imagens em 360º na região da Vila Nova Conceição, zona sul de São Paulo, perto do Ibirapuera.

Quem fez o site? O que é? Para quê? Elementar, meu caro Watson: por enquanto nada se sabe.

Trata-se de um teaser, como dizem os publicitários – um recurso que tem o objetivo de criar expectativa sobre algo, mas não revela antecipadamente.

Hum, eu escrevi “publicitários”, não? Seria mais uma ação criada por uma agência digital ( ou mesmo de publicidade) para um anunciante? Para lançar algum produto, serviço?
Em fase beta, o site traz a mensagem: “Algo está no ar – uma nova maneira de ver a cidade”.

No código-fonte do site, algumas palavrinhas podem dar pistas – ou não. Estilo, aventura, atitude? Vejam o que diz:

Na redação, fizemos um bolão informal sobre o que pode ser o Algo está no ar. Eis algumas das hipóteses aventadas:

• Próxima novela do SBT
• Recurso à lá Street View para ser usado em serviço de localização, como Apontador, Maplink e outros.
• Novo modelo de patinete que permitirá uma melhor circulação pela cidade
• Um empreendimento imobiliário
• O aerotrem
• Ação de guerrilha para um novo desodorante
• Nenhuma das anteriores

E aí, palpites?

Pelé faz seu último gol pela seleção em superprodução da web

Pelé disse que tinha um sonho. O Rei do Futebol queria que seu último gol tivesse sido com a amarelinha, e não com a do New York Cosmos, o clube americano pelo qual encerrou a carreira na década de 1970.

Pele435-9Pelé entrou em campo para filmar curta em sua homenagem

Então uma legião de mais de 600 profissionais, entre diretores de publicidade, técnicos, iluminadores etc etc – e mais de mil figurantes – ficaram dois dias enfurnados no estádio do Morumbi. O objetivo era tornar “realidade” o sonho de Pelé.

Eles estavam lá para filmar “1284”, curta-metragem criado pela Young & Rubicam, com produção da O2 Filmes, para a Vivo. O título é uma referência ao total de gols de Pelé em sua carreira – foram 1283, ou 1284, com o “gol” que o curta proporciona ao Rei do Futebol.

Com requintes de superprodução e cerca de sete minutos, o filme tem um detalhe que o torna diferente: você não o verá na TV; ele foi pensado e criado para a internet.

Um novo paradigma de produção?

Trata-se de um fato que merece atenção do mercado, dos profissionais de web e também dos internautas que querem ver na tela do PC ou smartphones produções de qualidade: raríssimas vezes no Brasil, se é que houve alguma (alguém aí lembra de outro exemplo?) um curta-metragem com linguagem cinematográfica, embora servindo a objetivos institucionais de uma marca, foi bancado por uma empresa.

E não se trata de um comercial propriamente dito – refiro-me à linguagem e ao tratamento dado ao filme, isso sem falar nos sete minutos de duração, algo impensável para exibição publicitária na TV.

O curta foi dirigido por Nando Olival e Luciano Moura, da O2 Filmes, e teve produção-executiva de Fernando Meirelles, diretor de “Cidade de Deus” e sócio da produtora. Olival tem vários curtas de cinema no currículo e um longa-metragem, Domésticas, dirigido ao lado de Meirelles, enquanto Luciano prepara seu primeiro longa.

“É um filme institucional, mas não é publicidade. É cinema”, afirma Cristina Duclos, diretora de imagem e comunicação da Vivo. “É uma produção milionária feita só para a web. Optamos por esse caminho porque é para ficar disponível para todo mundo ver”, afirma, sem revelar valores.

Contra a Argentina é mais gostoso

O filme mostra um jogo especial em que Pelé, aos 70 anos, tenta cumprir o seu sonho de marcar o gol derradeiro com a camisa amarela. Comentaristas, locutores e torcedores estão ansiosos por ver o Rei novamente em campo. E contra a Argentina, claro – teria graça se fosse outro time?

Pele435-5Filme com o Rei quer fisgar internauta pela emoção

O roteiro está recheado de suspense e emoção. É para pegar pelo coração. Emoção que contagiou também aos profissionais que trabalharam na produção do curta.

“Eu fiquei particularmente emocionado quando o Pelé estava no círculo central, pronto para dar o pontapé inicial no jogo, numa cena no começo do curta. Eu pensei: “estou vendo o Pelé em campo com a camisa do Brasil!”, conta Luiz Braga, do setor de atendimento da O2 Filmes.

“Pelé é a figura mais carismática que conheci na minha vida. Os profissionais que estavam trabalhando no filme, os figurantes, todos queriam falar com ele, estar perto”, diz Braga.

“E eu não me contive: pedi para bater uma foto com ele”, afirma Braga, bem-humorado.

Segundo Cris Duclos, Pelé não mediu esforços durante as filmagens. “Ele ficou conosco 12 horas em cada um dos dias. Sabia que era cinema, que era uma proposta diferente”.

O processo de filmagem

Para registrar a aventura do gol final do Rei, o curta contou com seis câmeras principais. Três delas ficaram sob o comando de Olival, que se concentrou mais em flagrar a reação da torcida e dos comentaristas, enquanto Moura ficou com os lances do campo.

Pele435-1Produção fechou o Morumbi por dois dias

A tentativa foi de recriar um jogo da maneira mais verossímil possível, diz Braga. “Com o prazo insano de filmagem – tínhamos só dois dias de Morumbi, usado por nós já com o Campeonato Brasileiro em andamento -, a melhor maneira de filmar era, a partir de um roteiro básico e o plano de filmagem, deixar o jogo correr e flagrar os melhores lances”, afirma Braga.

“Foi um jogo mesmo. A cabeceada que o Pelé dá em um determinado momento aconteceu de fato e não estava programada.”

O tom verossímil foi reforçado pela presença de “atores” no curta como Rivelino e Carlos Alberto Torres, heróis do tricampeonato mundial ao lado de Pelé. O médico e comentarista Osmar de Oliveira e Orlando Duarte também participaram do curta.

“Foi uma filmagem heróica. Temos 22 horas de material bruto”, diz Braga.

O curta “1284″ pode ser visto no hotsite da Vivo, no YouTube ou aqui embaixo.

E aqui você vê o making of do curta.

Globo faz ginástica para driblar faixa “CALA BOCA GALVÃO” durante jogo

Pois não é que o “CALA BOCA GALVAO” foi parar em Joanesburgo, no estádio em que o Brasil suou para ganhar da Coreia do Norte, na tarde desta terça-feira (15/6)? O negócio não para mais. É impressionante. Do Twitter para o mundo.

Faixa_CalaBocaGalvao vermelho

E o “CALA BOCA GALVAO” foi parar na Globo…

Bastou começar a partida para que as câmeras logo mostrassem uma faixa com a frase…”CALA BOCA GALVÃO”, empunhada por algum espírito pra lá de zombeteiro estrategicamente posicionado no lado do campo da Coreia – ataque do Brasil.

Depois de ser surpreendida com a pérola nas arquibancadas, a Rede Globo tratou de tomar algumas providências.

Quando a bola ia para o lado esquerdo ataque brasileiro, região em que a bandeirola da discórdia era chacoalhada, a emissora cortava para uma imagem aberta, de longe, ou bem fechada nos jogadores, de modo a não mostrar a bendita.

Sucesso total

Depois de liderar o Trend Topics mundial no Twitter, a campanha “CALA A BOCA GALVAO”, iniciada no microblog,  virou uma campanha global para salvar os raros pássaros “Galvao”, com direito a um vídeo engraçadíssimo, incentivando as doações via Twitter. E o sucesso do vídeo foi tanto (ou terá sido da campanha?) que ganhou espaço até no New York Times, um dos jornais mais respeitados do mundo.

E agora, qual será o próximo capítulo da saga “CALA BOCA GALVÃO?”


Deu no New York Times: “CALA BOCA GALVAO” é notícia no mundo inteiro

* O Nave Digital abre espaço para para uma contribuição do editor-assistente do IDG Now! Rui Maciel.

Por Rui Maciel

Depois de liderar o Trend Topics mundial no Twitter, a campanha “CALA A BOCA, GALVÃO” virou uma campanha global para salvar os raros pássaros “Galvao”, com direito a um vídeo engraçadíssimo, incentivando as doações via Twitter. E o sucesso do vídeo foi tanto (ou terá sido da campanha?) que ganhou espaço até no New York Times, um dos jornais mais respeitados do mundo.

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O vídeo foi comentado no blog do The Lede, do jornalista Robert Mackey.  Na página, ele explica todo o contexto da brincadeira,  quem é, de fato, o Galvão Bueno, além da elaboração da campanha para salvar a ave. Ele salienta também que o vídeo foi visto mais de 200 mil vezes no You Tube. Só que esse número já passou dos 500 mil acessos. CALA A BOCA, GALVÃO!

Site do Globo Esporte cria o “Fala, Galvão”. O que você acha disso?

Se o futebolzinho apresentado até agora na Copa não nos presenteou com o brilho de nenhum craque, fora dos gramados o caneco parece já ter dono: Galvão Bueno, claro.

Primeiro ele virou celebridade mundial ao alcançar a liderança nos trend topics do Twitter (tudo bem que só agora os gringos estão entendendo que negócio é esse de “CALA BOCA GALVAO”, mas vá lá).

Depois, em decorrência desse feito histórico, Galvão motivou a criação de um vídeo divertidíssimo, com direito à locução em inglês (o mundo é o limite) e edição caprichada, que explica para os estrangeiros que “CALA BOCA GALVAO” é um campanha internacional em defesa dos pássaros “Galvão”.

E ainda ganhou uma versão numa das paródias mais engraçadas da web, a que usa o trecho do filme “A Queda”, em que Hitler está bravo feito o diabo.

Haaaaja bom humor!

Agora,  o popular locutor da Rede Globo é alvo de brincadeira de um veículo da emissora para a qual trabalha.

O pessoal do site do Globo Esporte publicou nesta segunda-feira (14/6) o “Fala, Galvão”. Basta você clicar nos balões com as frases marcantes do Galvão e – bingo! – lá vem a voz inigualável do locutor mais famosos do Brasil.

Estão lá os tradicionais ( como não poderiam estar…):

  • “RRRrrrrrronaldinho!”,
  • “Vai que é sua, Taffarel”
  • Haaaaaaja coração!”
  • Na rede pelo lado de fora”
  • É do Brasil!”

E outras tantas.

Clique na reprodução abaixo ou veja no site do Globo Esporte.

Mas, antes, um aviso: se estiver no escritório ou em um local que prima pelo silêncio e a discrição, cuidado: o troço é barulhento.

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“Bingo do Galvão” é a nova sensação da internet durante a Copa do Mundo

Quais dessas frases você, amigo internauta, acredita que Galvão Bueno falará durante as narrações dos jogos da Copa?

*  “RRRrrr”
*  “Ganhar é bom, mas ganhar da Argentina, amigo, é ótimo”
* “Essa é a hora boa para sair um gol!”
*  “Eu conversei com ele no saguão…”
*  “Haaaaaaaja coração!”
* “Isso pode, Arnaldo?”
* “Não existe mais bobo no futebol, não.”
*  Toca e me voy, toca e voy”
* “Errrrrrrgue o braço!”

Essa é a brincadeira proposta pelo blog de humor Não Salvo.

bingo-galvao“Essa é a hora boa pra sair um gol!”

A jogada nada mais é do que imprimir a cartela publicada no blog e ir anotando, durante as partidas, as frases ditas por Galvão Bueno – lista que, diga-se de passagem, foram pinçadas do repertório do locutor da Globo com sagacidade pelo autor

“Fique atento às frases e marque com um X sempre que falar uma das frases manjadas citadas aqui. Marcou tudo? EU TE DOU UM CARRO ZERO”, brinca o post.

Casão e Arnaldo

Se Galvão Bueno é o rei do Twitter – tornou-se ontem o líder mundial nas trend topics do microblog na tarde da quinta-feira (10/6)-, seus companheiros de jornadas futebolísticas na Rede Glonbo, os comentaristas Casagrande e Arnaldo Cézar Coelho, foram igualmente contemplados pelo Não Salvo.

No “Bingo do Arnaldo” constam frases como geniais (alguém tem dúvidas de qual é a primeira?):

*”A regra é clara.”

*Arbitro europeu deixa o jogo correr.”

*Essa aí não apita qualquer faltinha não.”

*Ele deu perigo de gol.”

* O amarelo ficou barato.”

*Está claro que… (replay,replay, replay) foi escanteio.”

bingo-arnaldo

“A regra é clara” é imbatível

Já no “Bingo do Casão” há os dizeres:

*”Éééééé…”

*”Ãããããh…”

*”Não sei”

E novamente:

*”Éééééé…”

*”Ãããããh…”

bingo-casao

Ex-craque do Corinthians está no bingo

Vai que é sua, Galvão, o líder mundial do Twitter!

O escrete canarinho ainda nem entrou em campo na Copa do Mundo, mas o Brasil já lidera no Twitter.  Para ser mais exato,  Galvão Bueno é o cara.

O locutor da Rede Globo é o líder mundial – repito, mundial! – no trend topics do Twitter nesta quinta-feira (10/6), momento em que ocorre a abertura da Copa do Mundo da África do Sul.

calabocagalvao

Hashtag sobre Galvão no Twitter bombou

Isso quer dizer Galvão Bueno é responsável pela expressão mais popular (em quantidade de tweets) no microblog no mundo nesta tarde. A hashtag que o levou à liderança é… “CALA BOCA GALVAO”.

Os gringos não entendem nada

Se os brasileiros estão carecas de saber não só quem é, mas também o que fala, como fala, como ele arrasta os “rrrrrrrr” ( “Rrrrrrronaldinho”, Rrrrrrrrrobinho”) , os estrangeiros estão perdidinhos com essa história toda: eles não fazem ideia de quem é Galvão Bueno e muito menos o que quer dizer esse tal “CALA BOCA GALVAO”.

É comum encontrar tweets como o que escreveu um certo  Robert Markamian:

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O usuário @alvparisi redigiu: “My inbox is totally spamed with answers about who is CALA BOCA GALVAO”, enquanto @fuxxielott comemora o feito: “CALA BOCA GALVAO no TTmundial, o twitter é nosso”.

Galvão Bueno superou “concorrentes” renomados no mundo pop, como a banda americana Black EYED Eyed Peas, da beldade Fergie, segundo lugar nos trend topics – na lista dos mais populares, no entanto, o que bomba é uma grafia diferente para a banda, “Black Eyed Peas”.

Em terceiro aparece a hashtag #cellphonesnames e, em quarto, #aberturadacopa.

Se o locutor da multidões já está bombando no Twitter a essa altura do campeonato, imaginem o que vai acontecer se, ao final dos sete jogos da Copa, ele tiver o prazer de gritar “É hexa! É hexa! É hexa!”

Como funciona o Big Brother das marcas nas redes sociais

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O que o consumidor 2.0 fala das marcas?

O universo das mídias sociais pode parecer caótico à primeira vista. E de fato há muitas razões para pensar que se trata de um ambiente cujo acompanhamento é impossível ou, no mínimo, complicadíssimo:  diversos sites, uma infinidade de aplicativos, posts e comentários que surgem freneticamente.

Mas as empresas têm hoje ferramentas capazes de organizar o dilúvio da informação que trafega pelas mídias sociais e, assim, obter melhores condições para preparar suas estratégias digitais.

Embora cada ferramenta tenha sua peculiaridade, em linhas gerais os instrumentos disponíveis no mercado se propõem a fazer um rastreamento do boca-a-boca digital a respeito das empresas – e também por temas de interesse, como política, esportes etc – e emitir relatórios com informações sobre o que se diz das marcas, quando, como, onde, quantas vezes e por quem.

Comportamento digital

Alguns dos softwares possuem um refinamento maior, como a classificação da relevância dos consumidores que fazem comentários e a separação por contexto – dessa forma, sabe-se quando a palavra “Oi”, por exemplo, foi utilizada para se referir à operadora ou é apenas uma saudação.

“Além de orientar as empresas sobre o direcionamento e tratamento que deve ser dado a determinado consumidor por conta do que é veiculado, e com relação à imagem da empresa perante o mercado, saber o que é dito nas mídias sociais é absolutamente importante para a formação de estratégias para o andamento do próprio negócio, seja em ambiente real ou digital”, afirma David Reck, diretor da Enken Comunicação Digital.

É possível utilizar as ferramentas gratuitas disponíveis na própria web e combiná-las com as ferramentas pagas, afirma Enken. “Entre as gratuitas, podemos citar o Yahoo Pipes e Google Buzz e Alerts, entre outros. O ideal é sempre cadastrar o nome da empresa associados a determinadas palavras-chave para que o resultado do monitoramento tenha qualidade”, diz.

Oferta gratuita

Carlos Merigo, gerente de criação e estratégias digitais da agência de comunicação Fischer + Fala!, também é adepto dos recursos grátis. “As próprias ferramentas dos sites são muito úteis. É o caso do YouTube, que informa quantas vezes o vídeo foi visto, do Google e das pesquisas de menções do Twitter”, afirma Merigo.

Entre as alternativas pagas, o publicitário cita OScup, ferramenta brasileira de monitoramento de redes sociais em tempo real. Das internacionais, ele sugere a Press Army, que mostra a importância do internauta em uma determinada rede e emite pontuações para determinar a relevância de blogs.

Lançada em agosto de 2009, OScup monitora resultados em blogs,Twitter, Flickr, Yahoo Respostas, Google News, YouTube, Slide Share, Yahoo Respostas e serviços de RSS. Além de captar o que é dito, a ferramenta indica se a mensagem a respeito da marca é positiva ou negativa.

Boca-a-boca

Outra companhia brasileira que atua nesse setor é a E.Life. Com sede em São Paulo e escritório na Alemanha, a empresa desenvolveu o BuzzMonitor e o TweetMeter. O primeiro varre a blogosfera e mostra como está a imagem de uma empresa com base no acompanhamento do volume de discussões de consumidores on-line em blogs, fotoblogs, wikis, sites pessoais, fóruns e em redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace e Linkedin.

O TweetMeter, por sua vez, mapeia o que os usuários comentam sobre  cerca de 1,5 mil marcas. Ele também identifica a repercussão de diversos temas, como política, mídia, esportes ou economia, e as URLs (endereços de internet) mais linkadas.

“Num trabalho de monitoramento de redes sociais, é fundamental haver filtragem de sinônimos. Assim, é possível evitar distorções com termos que sirvam para diferentes situações”, afirma Jairson Vitorino, sócio da E.Life.

Redes sociais2É preciso identificar usuários relevantes

No caso o i-Group, companhia paulista que atua nos segmentos de planejamento e consultoria digital, a ferramenta criada é a iBrands. Ela faz um mapeamento de boca-a-boca no Orkut, My Space, Sonico, YouTube, Twitter e blogs. Além de gerar relatórios sobre a presença digital, identifica usuários mais relevantes e cria filtros para evitar desvios provocados por termos sinônimos.

“Um dos principais benefícios do monitoramento é ter informações para saber com quem falar e em que meio”, afirma Ricardo Almeida, diretor-geral do i-Group.

Ibope também presta o serviço

O Ibope Nielsen Online e o Ibope Mídia também realizam o serviço de monitoramento em redes sociais. As divisões do Grupo Ibope lançaram acabam de trazer para o Brasil duas ferramentas para acompanhar o comportamento do internauta nas redes sociais, o BuzzMetrics – Insights e o VídeoCensus, ambas já utilizadas pelo instituto no exterior.

A primeira delas, o BuzzMetrics – Insights,  tem o objetivo de auxiliar agências de publicidades e empresas na compreensão da relação entre o consumidor e a marca nesses ambientes digitais. Para isso, a ferramenta monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter, Facebook, fóruns e blogs, entre outros canais. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.

A cobertura em língua portuguesa do BuzzMetrics é de cerca de 4,5 milhões de blogs, 70 mil fóruns e 50 milhões de comentários, segundo o Ibope.

Por meio de palavras-chave, ele mensura quem e o que se comenta, quem lê, como e quando as discussões acontecem  nas redes. Assim, as empresas podem compreender a percepção do consumidor sobre marcas e produtos.

O VídeoCensus, por sua vez, faz um trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Seu principal alvo não é a quantidade, mas sim o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.

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O que o mercado oferece

i-Group

iBrands – Desenvolvida pelo i-Group em parceria com a empresa catarinense A2C, ela faz um mapeamento de boca-a-boca no Orkut, My Space, Sonico, YouTube, Twitter e blogs. Além de gerar relatórios sobre o boca-a-boca digital, identifica usuários mais relevantes e cria filtros para evitar desvios de análise – como exemplo, pensa na palavra Oi, que pode servir tanto para designar a operadora como uma saudação.

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E.Life

TweetMeter - Destinado a empresas, agências digitais e de publicidade, o software TweetMeter faz um mapeamento do que os usuários comentam sobre  cerca de 1,5 mil marcas. Ela também identifica a repercussão de diversos temas, como política, mídia, esportes ou economia, e as URLs (endereços de internet) mais linkadas.

E.Life BuzzMonitorO software é utilizado para monitorar, analisar e gerar relatórios sobre o boca-a-boca on-line de consumidores em tempo real. O E.Life BuzzMonitor possibilita varrer a blogosfera e mostrar como está a imagem de uma empresa com base na monitoração do volume de discussões de consumidores on-line em blogs, fotoblogs, wikis, sites pessoais, fóruns e em redes sociais como Orkut, Facebook, MySpace e Linkedin.

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Ibope

BuzzMetrics – A ferramenta monitora o comportamento dos usuários nas redes sociais e acompanha o conteúdo online gerado pelo consumidor, como, por exemplo, opiniões publicadas no Twitter, Facebook, fóruns e blogs, entre outros canais. Só no Orkut serão acompanhados mais de 1 milhão de mensagens, diariamente.

VídeoCensus - Faz trabalho semelhante ao BuzzMetrics, mas é voltado especificamente aos vídeos da web. Sua finalidade é rastrear o comportamento e a forma como o usuário consome o conteúdo deste tipo de mídia e quanto tempo ele dedica a isso.

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CDN

Sismoweb - Identifica o cenário da exposição da marca, produto ou serviço na internet. Seus relatórios quantificam e qualificam a presença digital. Também observa temas e tópicos em evidência e formadores de opinião. Ele fornece dados em tempo real, alertas por email e SMS, gráficos e listagens.

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Press Army

Este produto é internacional e faz filtros por data, canais e leva em consideração o contexto da marca. Seus relatórios trazem informações sobre os influenciadores digitais.

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SocialOomph

Coleta dados sobre a blogosfera e demais canais de redes sociais e qualifica a influência das pessoas que seguem a marca ou interagem com ela.

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Radian6

Esta plataforma de monitoramento online permite analisar o grau de engajamento de um internauta com a marca e agrupa em tempo real os comentários postados nas redes.