Internet mostra os candidatos mais folclóricos das eleições 2010
Dois divertidos blogs – o Não Salvo e o Buteco na Net – prestaram um importante serviço de utilidade pública à população: eles indicaram “famosos” que vão concorrer às vagas de deputado estadual ou federal em seus respectivos estados e que vão tentar mudar o Brasil com o seu profundo conhecimento político e administrativo (Modo Sarcasmo: ON).
Entre os 20 candidatos indicados, estão gente do naipe de Mulher Melão, Tiririca, Batoré, Reginaldo Rossi, Tati Quebra-Barraco e Túlio Maravilha, entre outros. Tudo bem que existe muito mais gente, digamos, folclórica, por aí, mas esses merecem um certo destaque. Confira:
Batoré (piada de mau gosto)
Kiko do KLB (Hã?!)
Leandro do KLB (alguém conhece uma música do KLB?)
Marcelinho Carioca (volta a ser comentarista, Marcelinho!)
Mulher Melão (Quem?!)
Mulher Pêra (e o Congresso quer virar quitanda)
Reginaldo Rossi (se até o Cãozinho dos Teclados ganhou eleição)
Romário (Peixe, vai jogar seu futvôlei na praia, vai)
Ronaldo Ésper (o Congresso fica perto de algum cemitério?)
Tati Quebra-Barraco (ela promete fazer lobby por uma marca de fogões)
Tiririca (nem a Florentina votaria nele)
Túlio Maravilha (maravilha seria se ele ficasse em casa, quietinho)
Vampeta (você já tem um cinema em Nazaré das Farinhas, Vampeta. Pra que mais?)
Menção Honrosa:

Sérgio Malandro (se eu largar a “facul”, ainda preciso votar em você, Serginho?)
Bônus track de outros candidatos que você vai encontrar nas eleições 2010:
- Pedro Manso (imitador do Fautão no show do Tom)
- Rick (Rick e Renner)
- Kléber Bambam (BBB 1)
- Jean Willys (BBB 5)
- Gretchen
- Netinho de Paula, que adora distribuir uns sopapos por aí
Senhoras e senhores: conheçam o “e-santinho”
Se você ainda não conhece, Aleksandar Mandic é um dos precursores da internet brasileira, cujo provedor que levava o seu nome foi um dos primeiros a surgir por aqui. Isso lá nos idos dos anos 1990. Agora, o empresário se candidatou a deputado federal , realizando uma campanha 100% online e um recurso curioso e, convenhamos, ecologicamente correto: o santinho eletrônico ou “e-santinho” para os íntimos.

Segundo Mandic, os santinhos eletrônicos possuem inúmeras vantagens, entre elas, a indicação do caminho mais próximo até o comitê eleitoral do candidato. “A ferramenta também oferece acompanhamento virtual da minha localização, por meio da rede social Foursquare”, diz ele. A partir do e-santinho, o eleitor consegue descobrir também onde é o cartório eleitoral que ele deve votar nas próximas eleições.
Mandic também o lado ecológico da iniciativa: “É uma tecnologia que só traz benefícios. Além de preservar o meio ambiente e não poluir a cidade, pois eles não são impressos, os santinhos eletrônicos são úteis à população como indicadores de caminhos e acompanhamento de ações. Eles se atualizam constantemente, podendo ser sempre checados novamente”, explica o candidato do DEM.
Os santinhos eletrônicos inteligentes estarão disponíveis na loja virtual da Apple (AppStore) a partir do dia 26 de julho.
Teste seus conhecimentos com nosso Quiz da Semana
Da série “É fácil, mas é difícil”: como remover grupos no Facebook?
Uma leitora do IDG nos mandou a seguinte pergunta: “Existe uma seção ou página no Facebook onde possamos visualizar e remover os grupos dos quais participamos?”.
Confesso que quando terminei de ler, pensei: “Ok, essa é fácil de resolver e de repente nem rende um post “. Daí, como dentro do nosso perfil é possível editar desde informações pessoais até amigos, fomos direto nele. E procura ali, clica daqui e nada. Vamos no Google, digitamos os termos, entramos na página de ajuda do Facebook, clicamos das FAQs e…nada!
Meia hora depois, entramos em algum grupo do qual fazemos parte e procuramos no começo da página, algum item que permita a remoção. Nada! Voltamos ao nosso perfil e perdemos mais alguns bons cliques nele, a procura da resposta. Fail again! Voltamos para Google atrás de respostas e…adivinhem? Nada again.
Tomando a dúvida como uma questão pessoal, volto à página do grupo. E entre subidas e descidas, eis que nos deparamos com…yeah! O item “Deixar grupo”, no meio da página, do lado esquerdo, abaixo da parte de vídeos, bem escondido, em fontes pequenas.

Logo, para sair, clique nessa opção, ele vai perguntar se você tem certeza que deseja mesmo sair do grupo e você confirma.

Simples não? Não! Parece fácil…mas é difícil.
Como fazer para desativar os vídeos relacionados no YouTube
Das coisas irrelevantes que irritam na Internet, umas das mais chatas, sem dúvida, são aqueles vídeos relacionados no YouTube que aparecem ao final das exibições dos vídeos que você originalmente queria ver. Afinal de contas, quase ninguém assiste algum deles.
Se aguentá-los dentro do próprio YouTube já é chato, imagine quando você indexa algum vídeo em seu site ou blog. Logo, aprenda a desativar essa função chata de uma vez por todas. E sim, você pode viver com ela. Mas é muito melhor se você viver sem, não?

1 – Vá até à página do YouTube com o vídeo que você deseja assistir e clique no botão Emded, logo abaixo do player.
2 – Logo abaixo, você verá marcada a opção “Incluir vídeos relacionados”. Desmarque.
3 – Copie o código Embed no campo correspondente do blog ou site que você quer postar o vídeo.
4 – Pronto! Sem vídeos relacionados ao final de cada exibição!
Teste seus conhecimentos com nosso Quiz da Semana
Que tal “consertar”o Google Maps?
Se tem uma coisa chata nessa viida é quando você vai “seco”para comer naquele restaurante indicado pelos amigos e descobre que ele simplesmente não está mais lá, por n motivos. Isso acontece com muita gente e em milhares de locais, principalmente nas grandes cidades. Mas agora o Google vai dar uma forcinha para que casos do tipo não ocorram mais, pelo menos no Google Maps.
Isso porque o serviço de mapas da empresa agora aceitará alertas de usuários quando algum estabelecimento fecha, muda ou simplesmente tem o endereço errado registrado no Google Maps. Ou seja, as chances de dar com a porta na cara diminuem sensivelmente.
Para realizar o processo no caso de:
Remover um estabelecimento que tenha fechado:
1. Busque pelo estabelecimento que foi fechado e clique em seu marcador. Na janela de informações, clique em “Mais > Informar um problema;”
2. Quando perguntado qual o problema, indique que o lugar está permanentemente fechado;
3. Clique “Informar o Problema.”
Se o estabelecimento comercial ainda existir, porém localizado num local diferente do indicado do mapa, você pode mover o marcador sem trocar nenhuma outra informação do local:
1. Clique em “Mais> Mover marcador” na janela de informações do local em questão;
2. Arraste o marcador até o ponto correto no mapa;
3. Clique em Salvar no canto superior direito do mapa.

E se o problema for no nome do local, endereço ou algum outro detalhe para o qual você saiba a dado correto, clique em “Mais > Editar detalhes”.
A empresa informa que implementou algumas salvaguardas para garantir que tais edições ao conteúdo do Google Maps sejam de alta qualidade, ou seja feitas corretamente. Ela afirma que investigará todos os locais marcados como “fechados” e também quando um marcador é arrastado para um novo local. Por isso, em alguns casos as suas mudanças podem não aparecer no mapa imediatamente.
Para completar, o Google informa ainda que os donos de comérciosusar o Google Places para reivindicar e manter os dados de seu estabelecimento sempre atualizados, sendo que nenhum outro usuário poderá modificar os dados.
Dúvidas na vida? O Polvo Vidente resolve para você
Bom, se você não esteve morando em Saturno nos últimos dias, sabe que uma das grandes estrelas da Copa do Mundo da África do Sul não nenhum jogador e sim, Paul, o polvo que conseguiu adivinhar todos os resultados dos jogos da seleção alemã e que nesta sexta-feira ainda previu que a Espanha baterá a Holanda na final do próximo domingo e levará o título da Copa.

E se Paul, o polvo, se tornou um objeto de desejo para resolver todas as suas dúvidas, seus problemas acabaram! Isso o site “Pregunta al Pulpo Paul” (”Pergunte ao Polvo Paul) traz nosso amigo braçudo em versão virtual e que promete trazer todas as respostas para os dilemas da sua vida…ou não.
O método da página é o mesmo que na vida real. São dois tanques, que ficam lado-a-lado, e dois campos em branco abaixo de ambos. Basta colocar as opções que geraram a sua dúvida nestes espaços e clicar no logo verde do polvo, localizado na parte esquerda da página. Feito isso, Paul escolherá a melhor opção e você a seguirá. Agora, se vai dar certo ou não, aí é com você e o polvo. Cobre dele depois.
Para conhecer o site, basta clicar AQUI.
Kin: o smartphone da Microsoft que foi sem nunca ter sido
Se você ainda não sabe, a Microsoft lançou em junho deste ano o Kin, um smartphone focado na interação com as redes sociais e voltado, principalmente, ao público adolescente. Comercializado inicialmente nos EUA, pela operadora Verizon, ele ficou apenas seis semanas nas prateleiras e, devido às baixas vendas, foi, digamos, “aposentado”, em uma das piores (senão a pior) estratégias mobile da história da Tecnologia.
E o editor-chefe da PC World, nosso colega Rafael Rigues, foi um dos únicos brasileiros a ter contato com o aparelhinho que, segundo rumores, vendeu não mais que 500 unidades desde seu lançamento. Em seu depoimento sobre o aparelho ao Glog, ele dá todas as pistas de porque o Kin já foi tarde. Sem nunca ido…

Impressões de um fiasco
Por Rafael Rigues – editor-chefe da PC World
“Os Kin, “celulares” produzidos pela Microsoft e recentemente cancelados após meras seis semanas no mercado, eram criaturas estranhas. Não eram “smartphones”, já que seu sistema operacional não permitia a instalação de aplicativos, nem simples “messaging phones” (categoria popular nos EUA), por sua forte integração com a web, com serviços como backup online automático de conteúdo.
Talvez por isso não tenham conseguido conquistar o público, que não foi capaz de entender a idéia. Nem o público nem a operadora, Verizon, que originalmente colocou os aparelhos nas lojas com preços similares aos de um iPhone, aparelho muito mais sofisticado. O hardware também não ajudou: tive a oportunidade de brincar por alguns minutos com os aparelhos em uma Microsoft Store em San Diego, na Califórnia, e o plástico barato passava uma sensação de “produto de segunda linha”. O software também deixava a desejar, com omissões inacreditáveis como a ausência de um simples calendário, cliente de mensagens instantâneas e integração limitada com o Twitter.
O Kin acabou se parecendo demais com seu público-alvo, os jovens: muita imagem, mas nenhum conteúdo. A Microsoft vai precisar fazer muito melhor se quiser sobreviver no mercado de telefones móveis”.



Jornalista, é editor-assistente do IDG Now! e já passou por outros veículos de Tecnologia, como o WNews e o Techguru, além de colaborar com revistas, sempre na área dos "circuitos integrados".
Segue fielmente o ditado de que hardware é aquilo que você chuta e software é aquilo que você xinga. Viciado em FIFA 10, segue invicto quando joga contra outros patos no XBox Live. Mas, no Call of Duty: Modern Warfare 2, vive apanhando do mundo inteiro. Mas um dia ele aprende...ou não. 



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