Reportagens
Jeff Bezos: conheça a loja das prateleiras infinitas
Por Paulo Rebêlo, especial para o IDG Now!
Publicada em 07 de julho de 2007 às 13h56
Atualizada em 18 de setembro de 2007 às 21h04
Tags: Internet, E-commerce, Publicidade, Sistemas de busca, Sites, Mercado
São Paulo - A Amazon.com demorou a dar lucro, mas seu modelo de negócios influenciou uma geração de empreendedores e investidores.
Ícone do comércio eletrônico, Jeff Bezos é considerado no mundo o que Jack London foi para os brasileiros: um visionário e desbravador que, a partir de idéias inicialmente ousadas, demonstrou ser um cara à frente do seu tempo no que se refere às tendências da sociedade.
Fundador da Amazon em 1994, não demorou para tornar o site a mais respeitada livraria mundial na web. Em 1999, no auge do sucesso da Amazon, Bezos foi eleito pela revista Time a 'Pessoa do Ano'.
Antes de criar o que viria a ser o maior case de sucesso em e-commerce no planeta, Jeff Bezos foi analista financeiro e se formou na Universidade de Princeton. Também foi em 1999 que Bezos atingiu sua maior fortuna, calculada em US$ 10 bilhões, colocando-o como o 19º homem mais rico do planeta, de acordo com o ranking da Forbes.
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O interessante é que, durante toda a bolha da internet, a empresa nunca deu lucro. Os investimentos eram milionários, a Amazon deixou de ser uma livraria na internet para diversificar sua atuação: passou a vender DVDs, CDs, presentes, brinquedos e se tornou um galpão de variedades.
Essa diversificação foi vital para que a empresa começasse a operar no azul, a partir de 2003. Segundo a tese da "cauda longa", defendida pelo editor-executivo da Wired, Chris Anderson, o futuro dos negócios “é vender mais de menos”. Por não ter unidades físicas, a empresa poderia ter prateleiras infinitas.
Assim como a AOL, o modelo da Amazon foi copiado pelo mundo afora, inclusive no Brasil, com o Submarino.

